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Lua de Sangue - Capitulo XIV - Um problema começa


Capitulo 14 - Um problema começa

[Esme]
Nao sei o que se anda a passar em casa, Bella ligou-me nem sei quantas vezes e sempre preocupada, eu estava a desfrutar de uns dias sozinha com o meu marido na nossa ilha e parece que nem direito a isso podiamos ter, pois desta vez estava a começar uma rebeldia chamada Sarah. 
Eu sabia que uma familia tinha de tudo um pouco, desde momentos felizes, a momentos rebeldes, tristes, complicados, mas o problema é que nunca nos sentimos preparados para enfrentar diversas situações. 
Carlisle ainda por cima tinha saido e nao sabia a que horas ele voltava, eu tinha acabado de tentar ligar para ele, porem tudo ia para a caixa do correio de chamadas. Liguei novamente para casa, quem atende é Emma. 
- Olá ! - saudo.
- Olá Esme como esta? - fala Emma animada. 
- Estou bem querida e voces ai como estao as coisas? - ela fica meio calada. - Esta tudo bem?
- Esme! - a sua voz estava diferente. 
- O que que se passa Emma? Estas a deixar-me preocupada. 
- Alo Esme! - a uma mudança de pessoa no outro lado da linha. É Edward.
- Edward, o que se passa em casa ? 
- Mae esta tudo... complicado.
- Como complicado? 
- A Sarah esta demasiado rebelde, nao consigo entender o que vai na sua mente, Alice nao esta e tambem isso nos deixa um pouco sem defesas. 



Meu instinto estava a puxar-me para a volta para casa, eu tinha de ir para casa, nao podia continuar fora sabendo que se estava a criar um problema.
- Nao se preocupem eu... daqui a pouco ja para ai.
- Que disparate Esme! Voces tiraram esses dias para descansar longe de trabalho e agora vao voltar assim. 
- Edward meu filho, e eu la consigo ficar quieta com um problema desse tamanho?
Desliguei a chamada e rapidamente escrevi um bilhete para o meu marido, ele nao ia gostar da minha ideia, mas alguem tinha de resolver uns assuntos chamados filhos. 
Peguei numa mala e chamei um barco táxi, instantes depois na cidade do Rio fui para o aeroporto mais perto e comprei uma passagem para Forks. No momento da minha espera o meu telemóvel começa a vibrar muito, vejo quem é, nao atendo pois nao quero tirar a minha atenção do ponto de chamada de voo. 
(...)
Horas mais tarde...
Uma vez em Forks, relaxei porque ja estava ope de casa e ja sentia os problemas sob a minha asa. Sinto um cheiro familiar na floresta corro e vejo Sarah sozinha sentada me um tronco de uma arvore. 
- Sarah! 
Ela nao me dirige qualquer tipo de palavra. 
- Querida! - aproximo-me dela e subo na arvore, sentando-me ao lado dela. - Eu ja sei que ouve um pequeno conflito e ... nao te quero de forma alguma estar a chatear, apenas quero que me oussas. 
Finalmente ela olha para mim. 
- Desculpem, eu nao tenho sido uma boa menina. 
- Nao digas isso, nem sempre a vida é facil. - falei com alma, pois assim pretendia compreender as suas atitudes.- Sabes quando ainda era humana, passei por muita coisa má, sofri muito e com isso podia ser uma pessoa amarga, mas eu consegui ser mais forte do que realmente pensava ser capaz. Meu anjo nem sempre tudo corre como nos queremos, num dia tudo corre mal, no outro corre bem. A vida é feita da aprendizagem que cada um faz dos seus erros.
Ela olhou para o chao, depois paras  as arvores e finalmente para mim.
- Eu fui parva com Nancy, eu nao tinha o direito de ter agido mal com ela. 
O seu arrependimento estava a fazer ela cair para a realidade dos seus verdadeiros actos. 
- Tu nao agis-te da melhor forma com a tua prima, no entanto ainda vais a tempo de pedir desculpas. - sorriu. 
- Esme, mesmo assim eu acho que Nancy me esconde uma coisa e essa mesma coisa implica Rebeca. 
- Mesmo que ela tenha ou nao haver com Rebeca, nao é tua conta estares a meter-te. 
- Ai é que te enganas. - começou o seu instinto a falar mais alto.
Ela ia começar a discutir e eu nao estava para ouvir coisas mas, entao saltei do tronco e olhei para cima. 
- Quando te sentires mais calma ja sabes.
Corri para casa, entrei num estado de preocupações, pois so mesmo agora começam os verdadeiros e tenebrosos problemas.
A onde será que eu errei como mae? A onde eu errei? (pensei)
Entrei dentro de casa, atravessei a sala sem dar um unico oi, fui directa ao meu quarto. tranquei a porta, queria estar sozinha, relaxar. 
Entrei na casa de banho do meu closet e entrei gradualmente na agua tépida da minha banheira, tentei fechar meus olhos. 
E pensei e mais pensei, nao fazia outra coisa. Estava a dar em doida, esta familia estava a perder o seu controle, tudo aquilo que era simples agora estava dificil e longe de se tornar perfeito. 
Ai Carlisle a falta que tu me fazes meu amor! (pensei)
Fechei mais uma vez os meus olhos, ouvi o telemóvel tocar, podia sair para atender, no entanto preferi relaxar, ouvi alguem bater na porta, nao me levantei. 
Ai que mal esta mais para acontecer?

[Hanna]
A entrada da minha avo sem dizer nada nao era algo que eu acha-se muito comun, ela era sempre a primeira pessoa a ser mais simpática, querer desfrutar de momentos em familia. Olhei para o meu namorado.
- O que foi meu amor? - ele perguntou visto que eu nao falava e apenas observava.
- A Esme viste como ela estava? 
- Vi sim, talvez tenha acontecido alguma coisa que a tenha aborrecido, sabes que nem sempre e facil ser a lider de uma familia assim. - justificou ele.
- É tens um pouco de razao meu querido, mesmo assim eu vou ate la cima ver como ela esta.- ele puxa o meu braço, olho novamente para ele.
- Nao sei se é boa ideia, talvez ela quera ficar sozinha. 
- Vou tentar. 
Subi as escadas passei o longo corredor do 1 andar e vi a porta do quarto da Esme. Estava trancada e nao exitei em bater, no entanto nem resposta obtinha. Nesse caso Jonh tinha razao, ia deixa-la sozinha mergulhada em seus rodeios.
Fui ate ao meu quarto, sentei na minha cama e peguei o meu livro preferido e comecei uma leitura. 
No meio da minha leitura nao conseguia pensar e outra coisa se nao em como a minha familia estava a tornar nos ultimos tempos. Porque? Eu nao mereco ter um pouco de paz depois de tudo o que passei no passado mais triste? 
Por favor devolve-me a felecidade que esta familia necessita. (pensei)
(...)
Quando a noite acabava de cair ouvi um carro a chegar na casa, era o mercedes do Carlisle. Corri para o cumprimentar. 
- Hanna! - abriu os seus braços para me receber com um grande sorriso. 
- Olá Carlisle! Como esta? 
- Estou bem. Onde esta a minha Esmita? - olhei para o andar de cima e ele percebeu logo onde ela estava. Apenas deu-me um beijo na testa subindo de seguida. 
Eles talvez fosse conversar, pelo menos sera sempre assim que se resolvia um problema. 


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