Capitulo 19 - História de Mike e Max
[Alice]
Modestamente estava realizada por ter conseguido juntar duas velhas amigas que agora se consumiam de dor devido a coisas estúpidas do passado, mais uma vez o meu dom conseguiu de toda a forma juntar duas vidas perdidas no mundo. Reaproximei 2 irmãs separadas pelo destino, agora sabia que Nancy ou mesmo Rebeca nunca mais se sentiriam sozinhas.
A minha missão cada vez mais se compria, a união fazia a força seremos sempre quem éramos. Olhei marido saindo da minha áurea de pensamentos felizes, ele pegou a minha mao e levou-me ate a sitio bonito, ele sabia que eu adorava coisas modernas entao, levou-me a conhecer uma exposição, embora ele nao fosse muito dessas modéstia acompanhava-me sempre, ele gostava de me agradar em todos os níveis e era por isso que a cada dia sentia o meu amor maior e mais intenso.
- Amo-te ! - disse ele. sentia-me derretida ao ouvir suas palavras tantas vezes repetidas.
- Tambem te amo meu amor, minha luz, minha vida... - tentei mostrar o valor que ele representava para mim.
Ele limitou-se abraçar-me. No meio das amostras de carinhos uma visão vem a tona. Nao uma coisa má, mas algo desconhecido dava a saber-se. Era algo sobre Max e Mike. Afastei de Jasper no intuito de concentrar-me, inicialmente ele fica estranha e ate triste, contundo percebeu que estava ter uma visão.
Uma revelção sobre caia neles. Max e Mike eram irmãos. e ambos tiveram um história simbólica, nao tao drástica com de muitos, ou como a minha que pouco ou nada recordava, o facto de nao lembrar do meu passado fazia de mim uma triste.
Concentrei-me mais nas imagens dessa visão, tentei obter mais detalhes, porem tudo o que quase nítido e certo desaparece.
Fico triste pois tinha a oportunidade de conhecer um pouco mais eles. Agora necessitava de saciar a minha curiosidade, embora nao sabendo como obter aquilo que queria sem criar muitas desconfianças, dado que eles eram diferentes das raparigas, pensavam de modo diferente.
Entrei na sala, Max estava a jogar PS3 e Mike assistindo. Aproveitei o momento em que a sala estava quase vazia para conectar a minha mente a eles. Elaborei perguntas mentalmente e quando me sentia preparada perguntei.
- Meninos, posso falar com voces?
Mike olhou logo para mim enquanto Max nao tirava os olhos do visor.
- Fala mae! - disse Mike.
- Eu necessitava da atenção dos dois.
- Diz tia Alice. - falou Max colocando o jogo em pausa.
- Bom sabem eu tou a fazer uma pesquisa para um trabalho de um tese que ando a desenvolver na faculdade. E esse tema fala muito sobre a vida de jovens antes de núcleo familiar. - Mike olhou para Max com uns olhos arregalados. - Podem ajudar-me?
Esta tinha sido a ideia mais repentina que me tinha ocorrido e tambem a mais natural a nao suscitar duvidas ou se quer desconfianças.
- Bom tia eu nao me lembro do meu passado muito bem e alem disso nao gosto de falar sobre esse tipo de coisas. - adiantou logo Max desistindo do meu plano.
Olhei para Mike.
- Nao olhes para mim mae, porque nao gosto de falar sobre isso.
- Porque ? Passou-se alguma coisa assim que vos deixa totalmente marcados? - perguntei.
Mike ficou pensativo e com receio de falar, no entanto deixou-se levar pela minha confiança.
- Eu tive uma boa familia, tinha tudo que necessitava para ser feliz, no entanto eu e ... Max fomos obrigados a abandonar o nosso lar.
- Porque?
- Como eu disse tudo parecia perfeito, mas um dia o meu pai meteu-se no jogo e hipotecou a nossa casa, dinheiro, ate a nossa mae ele entregou mesa de jogo e ia entregar a nos tambem, dai a que tivemos mesmo de recorrer a fuga.
- Que coisa triste! - comentei.
- Passamos por muitos maus bocados, muitas dificuldades durante esse período, apanhamos frio, fome, e ate medo. - pausou. - Cheguei ate ter vontade de desistir de fugir mais, contundo Max conseguia sempre convencer-me que nao estava agir bem se o fize-se. Entao continuei sempre acreditando que seriamos felizes e que nunca seriamos vendidos em mesa de jogo.
- Agora percebo porque que Max agiu daquela forma. Voces ainda suportam as sequelas desse maldito passado.
- Sim, é dificil esquecer. Por todo o dinheiro que caia, todo o amor que se tenha, nao a forma de apagar aquilo que vivemos e a dor que sentimos.
Abracei ele, querendo o proteger, ele agora era uma ser imortal e poderia fazer o que Rosalie fez, no entanto o facto de se estar a matar alguem nao vai trazer a felicidade do passado de volta, pelo contrário torna a pessoas mais infelizes.
Ninguem escolhe viver a vida que vive, nem ser quem é. Pode sim adaptar-se e aceitar a viver sobre essas condições. E era assim que nos vivíamos e éramos felizes. Esta era a nossa lei da vida e sabíamos conviver com ela.
P.s: Desculpem o tamanho do capitulo, mas é que tenho andado sem tempo agora e precisei de encurtar. Beijos
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