Capitulo 18 - Dúvida de um Olhar
Alice Robot
Te-la visto na minha frente foi como se eu tivesse visto um fantasma, uma sombra, mas ainda assim estava ciente de que nao faria qualquer tipo de problema com ela, caso ela nao me chatea-se, claro. Entrei no meu quarto e comecei por fazer umas coisinhas, primeiro peguei nas suas coisas e as joguei pela janela, depois de ver que nada mais presente lhe pertencia, sentei na cama e peguei num livro.
Nao ia demorar muito para que houve uma reacção louca dela, porem estava-me a marimbar para as suas esterias.
Agora deixando os problemas de casa para o lado, tomei toda atenção naquilo que realmente valia a pena, ele, no meu David. Era tao importante estar de volta e ao seu lado. Queria tanto voltar a ve-lo, sentir novamente o seu abraço, outro beijo e ate sair daqui e viver com ele. Contudo haviam coisas que nao eram tao simples e que em parte complicavam muito a minha situação, quer dizer nao que eu nao podesse, porque podia, no entanto tinha sempre de contar a verdade e ai estava o maior receio de todos.
Nao o podia perder, assim perderia a minha alegria, mas tambem nao o queria manter na ignorância Estava mesmo sem saber o que fazer, talvez podesse falar com Jasper. Ok tudo bem ele podia ate ter agido mal comigo, mas era uma boa pessoa e melhor que ninguem sabia a solução ideal para o meu problema, nao que ele fosse um problema, mas estava mais que provado que a mentira e ocultação de factos, tinha perna curta e as reacções nao eram propriamente as mais felizes, como foi o caso da outra Alice descobrir a minha existência Embora a sua reacção ao contrário do que estava a espera fosse pior.
Oh que disparate ela esposa de um cientista, ja devia prever este tipo de invenções da sua parte, ja David nao, ele era um simples jardineiro e tudo o quanto ele sabia, era sobre plantas.
Alguem bateu a minha porta, fiquei apreensiva, porque bem podia ser ela. Levantei-me da cama e caminhei tranquilamente ate a porta. Lentamente cheguei a minha mao ao puxado ate que por fim, ao ver pela pequena fresta, encontrei Jasper e abri.
- Posso entrar? - fiquei segundos a olhar para ele atónita.
Se eu fosse outra mulher, sabendo o que tinha passado naquela noite horrível nao teria a coragem de o deixar entrar, no entanto eu nao era maquina de guardar rancor a ninguem, entao acenei com a cabeça que sim, ele sorriu e entrou.
Fechei a porta e depois o convidei a sentar. Sentou-se e eu fiz o mesmo ficando de frente para ele. Aguardei que ele fala-se, ja que era ele quem procurava.
- Antes de mais quero-te pedir desculpa. - abri a boca para falar, mas ele impediu-me. - Eu sei que podes achar-me um monstro, e é claro tens todas as razoes para achar isso, como é evidente. No entanto tambem quero ter oportunidade de redimir o meu erro. - desabafou e eu apenas estava atenta as suas palavras. - Eu fiquei coberto de ciumes, sabes é um sentimento sem explicação, que nos leva a cometer erros mais graves que a própria vida. - pisquei os olhos. - Mas depois de ver-te ali toda danificada, bateu uma culpa e corri ate ao laboratório onde facilmente com ajuda de Zaza, claro, concertei-te. - estava tao atenta que nao queria de maneira alguma interromper o seu pesar. - Mas depois concertar-te eu vi que realmente estavas apaixonada e que eu estava a ser egoísta ao tentar de alguma maneira impedir de seres feliz.
- Entao porque me mantives-te desligada durante este tempo todo?
Estava disposta saber a mais dura das verdades, cujo eu ja sabia, no entanto eu ouvir da sua voz.
- Eu posso explicar. Eu nao ti liguei, porque a outra Alice apareceu... e...
- E nao tinhas coragem de contar a ela que tinhas criado uma robot! - acabei a frase que ele nao conseguia acabar.
Ele nao invés de responder imediatamente mantive-se de cabisbaixo e eu continuei a desabafar aquilo que devia, nunca o magoando.
- Percebo que nao deva ser propriamente fácil, contar a alguem de quem gostamos que, por amor criamos a mesma pessoa, mas tambem nao é justo leva-la a querer que manteve-se este tempo todo sozinho, quer dizer a provas, que alguem aqui permaneceu na sua ausência - ele aos poucos foi levantando a cabeça, para encarar os meus olhos.
- Tens razão. - sorri calorosamente.
Ainda assim mantive o meu ponto assente na minha cabeça e deitei-o ate fora.
- Mas agora Jasper, deixa-me fazer esta pergunta. - respirei fundo, sem necessidade. - Quando pensavas contar a ela da minha existência? - ele voltou a encarar o chão.
A minha mente ja elaborava a resposta que ele por certo nao a ia dar, pois preferia enganar-se a si próprio.
Olhou para mim.
- Eu ia contar-lhe dentro de dias, depois voltarias a tua vida. - era o que eu previa.
- Jasper, nao me enganes a mim, nao te enganes a ti. - ele ficou indignado. - Tu nunca ias ter coragem de contar-lhe a verdade e eu ficaria eternamente presa naquele laboratório. - ele preparava-se para protestar, no entanto eu silenciei-o. - E ainda mais, se nao fosse Zaza a contrariar as tuas ordens, a esta hora ainda estaria desligada e ao abandono.
Ele levantou-se e foi ate a janela, ficando de costas para mim, por minha vez mantive-me intacta no lugar. Era hora de ele reflectir nas minhas palavras, na sinceridade da uma Robot.
Os segundos foram passando, as minhas palavras sedimentando na sua mente, ate por fim ele decidiu quebrar o maldito silencio.
- Zaza...
- Nao o condenes, ele so fez o que estava certo. Agora nao precisas de sentir-te culpado, ela ja sabe a verdade e como vês, continua ao teu lado. Ela ama-te, caso contrário, nao estaria aqui.
- Tens razão. Eu jamais seria incapaz de fazer o quer que seja ao meu amigo. - sorri.
Ele virou costas ao caminhar para a porta e derrepente volta o seu olhar para mim e pergunta aquilo que talvez o tivesse movido ate aqui. Uma duvida.
- Alice, sem querer mais chatear-te, quero apenas que respondas-me apenas a mais uma pergunta, eu prometo nao voltar aborrecer-te.
- Claro, pergunta. Ora essa, nao aborreces nada. - tentei deixa-lo a vontade.
Ele ficou pensativo, por breves instantes e depois voltando a realidade falou o que eu ja espera ouvir.
- A pouco quando estávamos todos na sala...
- Sim. - incentivei-o a continuar, o seu raciocino.
- Tu disses-te algo que deixou-me intrigado, quer dizer algo que ficou a pairar na minha cabeça, uma duvida. - fiquei a espera da sua duvida de braços cruzados, ele por sua vez nao tirava a maos da maçaneta da porta. - Tu... falas-te que ela escondia um segredo no olhar. Que segredo é esse?
Eu ja suspeitava a muito que ele mais tarde ou mais cedo, iria aborda me nesse sentido. Afinal de contas estava mais que provado que ela nao o tinha esclarecido, e alem de mais eu nao o faria tambem. Alias, eu nao era ninguem para meter-me nesse tipo de assuntos.
- Jasper, o quer que seja que ela possa estar a esconder, vias ter de ser tu a descobrir, eu nao posso ajudar-te.
Ao proferir estas ultimas palavras ele saiu a correr do quarto, pelo certo ele ia confronta-la novamente, e novamente ela iria negar. Jasper era persistente e conhecendo-o como eu o conhecia, ele ia encontrar a verdade.
Alice Robot
Depois de estar um pouco com o meu marido e com o Simão decidi que era hora de fazer algo bem igual a minha cara, compras e como ja nao sabia o que era fazer isso a tanto tempo.
Peguei numa sacola e fui sai ate a garagem onde sai no meu Porsche amarelo, que ja tinha saudades de o conduzir.
Por cada rua passada em plena claridade do dia, faziam lembrar-me os dias tao felizes pelo qual eu tinha passado, pelas horas, pelos pelos mais diversos ambiente, enfim uma serie de coisas, que agora estando de volta, seria possível remotoma-las, como se o tempo nao tivesse parado.
Entrei com o carro num parque da estacionamento e o estacionei. Depois de ver-me ao espelho, ver como o meu cabelo estava e tudo mais, sai a minha fugidinha as compras.
Montra por montra eu olhava, todas as roupas condiziam mesmo comigo, no entanto nao podia levar a loja por completo, porque se nao o que seria de mim?
Comprei umas camisolas, uns vestidos, uns sapatos... tudo a que uma mulher tinha direito e ja estando de cansada de tanta correria fui ate a uma pastelaria, onde pedi um agua e sentei.
Destrai-me um pouco com revistas, ate ser abordada por alguem. Olha para a pessoa pelo qual estava a chamar a minha atenção e num espanto absoluto.
- Charlotte!!! - disse. - Rosalie!!! - estava mesmo surpresa e tanto tempo que ja nao as vias, quer dizer, desde do desaparecimento.
- Alice, ainda nem acredito que estou a ver-te! - ela olhou-me de alto a baixo, incrédula.
- Sim sou eu mesma. - analisei.
- Por onde tens andado? O Jasper andou louco a tua procura.
Como vi que a conversa seria longa, convidei-as a sentar comigo. Puxei duas cadeiras e elas sentaram. Charlotte mais que Rosalie estava mega surpresa, no entanto se estivesse no seu lugar, tambem estaria da mesma forma. Elas olhavam para mim com olhos cheios de perguntas a fulminar, porem a minha safa era o garçon que tinha mesmo chegado com o meu pedido e de certo pronto para perguntar pelo pedido delas.
- Aqui tem a sua agua. - entregou-me a agua, depois olhou para elas. - As senhoras vao querer alguma coisa? - Rosalie ainda estava pensativa.
- Eu vou querer uma cola. - pediu Charlotte.
- E eu pode ser um sumo natural de frutos vermelhos.
- Claro.
O garçon afastou-se e elas aproximaram-se.
- Conta lá o que aconteceu? Deixas-te nos tao preocupadas! - falou a minha irmã.
- Oh Rose é um assunto bem delicado que nem gosto de recordar. - abaixei a cabeça.
Ela nao estava muito convencida, mas ela ia acabar por saber mais tarde, nem que fosse pela nossa mae, uma vez que ela ja estava a par da situação.
- Mas fala-me de ti, como estas ? Quer dizer a pouco tempo estive com a mae... - tentei mudar de assunto, sendo que o meu nao era nada de interessante, entao podia ser que elas tivessem algo novo para contar para mim.
Ela ficou corada e entretanto chegou novamente o rapaz com os sumos, pousou na mesa e rapidamente afastou-se, como se adivinha-se que estávamos a ter uma conversa privada.
- Ela contou-te? - abri mais os olhos.
- Contar o que? - fiquei curiosa.
- Ela nao deve estar a par disso, Rose.
- Voces importam-se de parar com as vossas conversas paralelas e contar-me o que estao para ai a trocar? - brinquei.
Ja nem lembrava como era um momento destes, nao que nao tivesse com Kim, porque era uma excelente companhia, no entanto estar com a cunhada e com a irma era um tanto ou quanto fabuloso podia nao estar presente em dado invento, que ficaria a saber tudo sobre ele.
- Ai Alice, eu e o Emmett ja nao estamos a viver em casa dos pais.
- Nao?
Na ultima vez que recordava-me, Rosalie ainda estava solteira e apenas pelo que sabia dos relatos da minha mae, eles dormiam lá em casa. Ok tinham se passados uns anos, mas ainda assim ja teria mudado tanta coisa na minha ausência? Fiquei mega curiosa.
- Nao, eu e o Emmett casamos. Foi uma festa simbólica, eu bem tentei convidar o Jasper, mas sabes ele andava naquela fase complicada da tua perda. - lembrei-me da infelicidade que tinha criado a pessoa que eu amava, doía so de lembrar. - E ainda tem mais, ja sou mae!
Nesse instante deixei cair a garrafa no chao, ao receber a noticia.
- Alice esta tudo bem? - Charlotte ficou preocupada.
- Esta, ainda estou na fase da digestão de noticias. - falei estando um pouco a leste de tudo.
Como tanta coisa que passado na minha ausência a minha irma deixado a vida de solteira e boa menina, para viver uma vida de casada e mae de família quem diria. Rosalie que sonhava ser modelo. Meu cunhado Emmett devia ter mudado muito a minha irmazinha.
- Entao como se chama a minha sobrinha? - perguntei, ficando ja com a vontade de dar mil e um beijo no momento que a vi-se.
- Chelsea Lily McCarty. - era realmente um lindo nome.
Ao fim de saber as novidades da Rosalie, virei-me para Charlotte a espera de saber algo semelhante.
- Nao olhes para mim assim eu nao sou nenhuma apressada, sabes sou muito novinha para ser mae.
- Sim claro, eu tambem dizia isso.
- Nao metas lanha para a fogueira. - ri-me delas.
Ja nem recordava o que era rir a uns dias, dado que ultimamente eram tantos os stress ao qual tinha de estar preocupada.
- Sim um filho seria uma óptima ideia, o Peter ia amar. - brinquei.
- Pois, mas assim seriam muitas noites em claro, muitas fraldas sujas e tempo para passar com a criança seria nulo, visto que Peter pouco para em casa e eu tambem tenho as minhas coisas. - justificou-se toda. - E tu Alice quando pensas em ter um bebe? Ja é hora!
Congelei. Tinham tocado na minha maior ferida, agora estava entre a espada e a parede. Se conta-se que nao podia ter filhos, estava sujeita a que comentassem com outras pessoas e que com isso e Jasper descobri-se. Se conta-se que tinha o pequeno Simão, estava sujeita que quando a verdade viesse a tona, uma nova mentira seria desvendada. Entao para nao empatar o mais o tempo, pensei em algo rápido.
- Eu e o Jasper, as vezes pensamos nisso, mas sabem como é, é tanta coisa para pensar. Sabem um filho nao é so te-lo, saber cuidar dele e dar todas as coisas que eles precisam de o amor a carinho.
Elas ficaram convencidas com meu discurso e pela certa ja estava a escapar de mais uma embrulhada.
- E entao e a Bella por onde tem andado? - perguntei.
- A Bella, bom é raro ve-la, sabes agora esta a trabalhar num laboratório de biopsias e sabes como é mal tem tempo para as amigas. - fiquei feliz por ver que a minha velha amiga e cunhada estava bem encaminhada na sua carreira. - E alem disso sabes como a Renesmee esta crescida, ja esta no liceu.
- Meu Deus como o tempo passa a voar.
- É verdade, ate tenho medo de quando a minha filha ficar grande os rapazes começarem andar atras dela. Acho que me sinto uma mae galinha. - ri-me.
- Ela vai ser tao linda quanto a mae e um sucesso com os rapazes. - brinquei mais uma vez, depois olhei para o relógio e vi que ja estava a ficar tarde.
- Bom, eu por mim ficaria aqui ate sabe-se lá ate quando, mas tenho de voltar para casa. - levantei-me.
Comprimentei-as e acenei um adeus enquanto afastava-me ate ouvir novamente a voz da Rose a chamar por mim.
- Temos de combinar um jantar um dia destes.
- Claro. - e retomo o meu andar.
Voltei para o carro e fui ate casa.
Jasper
Ouvir da boca da Robot as suas suspeitas criaram em mim a vontade de averiguar a verdade. Alice estava a esconder-me algo que de alguma forma nao podia ser revelado, era certo que eu ja tinha confrontado de alguma maneira nesse sentido, no entanto nao consegui chegar ate onde queria.
Se realmente estivesse a esconder algo, nunca ia contar, isso era certo, conhecia muito bem a minha esposa, conhecia ate bem de mais, para suspeitar disso.
Sozinha nao ia chegar a ponto algum, com ajuda da Robot, muito menos, so restava uma pessoa, capaz de ajudar-me neste quebra cabeças.
O investigador Félix, seria uma óptima pessoa para seguir o meu caso, tinha todos os requisitos que precisava. Era simples, discreto e ultra perfeito na descoberta de suas pistas.
O quer que fosse que ela estivesse a esconder, nao ia escapar ao faro de um investigador.
Peguei na minha agenda e no telemóvel ao mesmo tempo. Digitei o numero dele, pois pretendia marcar um encontro para o dia seguinte, visto que nao era um assunto que fosse tratado por telefone e alem de mais nao queria que ninguem ouvisse, muito menos ela. Nao queria que ela desconfia-se que eu estaria a investigar a sua vida.
No entanto apenas queria apurar os factos, se eram ou nao verdade.
O numero que digitei chamou umas 3 vezes ate que alguem atendeu.
- Alo? - falei.
- Alo? Quem fala?
- Daqui fala Jasper Cullen. Eu gostaria de falar com o Dr. Félix.
- Um momento que vou passar a linha. - aguardei, atenciosamente.
Estava nervoso, com receio de saber o que eu nao queria, mas agora que estava a começar ia ate ao fim.
- Alo senhor Jasper Cullen? - uma voz de homem falou na linha.
- Alo. Dr. Félix.
- Em que posso ajudar?
- Bom na verdade, eu so estou a ligar porque gostaria muito de ter uma reunião consigo no sentido de pedir uma investigação particular. - ficou muda a linha.
- Uma investigação particular? Nao tenho muito por habito fazer isso, se é que me entende, mas posso faze-lo. Contudo os custos sao um pouco mais elevados.
- Meu caro, dinheiro nao é problema. - sublinhei.
- Combinamos assim, amanha no meu escritório privado, as 10! O que me diz?
- Esta óptimo. Obrigada.
Desliguei e fiquei a reflectir se estava ou nao a tomar o rumo certo, contudo pensar nisto nao valia a pena, pois a partir de amanha os dados ia ser lançados e breve ficaria a saber de tudo.

Oieee comecei a ler no serviço mas ainda não terminei.
ResponderEliminarSó li a parte da robô, então serão dois comentários essa vez porque em 10 minutos vou embora.
Achei tão perfeita a atitude do Jasper de ir se desculpar com ela. Ele foi um fofo, mesmo ela sendo uma criança mimada ao jogar as coisas pela janela, né?
Acho que ele tem porque estar intrigado com a esposa e é triste que ele vá demorar para descobrir pelo visto, né?
E ahhhh ali onde começa o ponto de vista da Alice original está "Alice robot"... :D Acho que passou desapercebido.
Volto mais a noite!!! beijinhos
Agora as outras partes que ontem não pude comentar...
ResponderEliminarAlice está contando mentiras atrás de mentiras, ela nãos e toca que ão de ver o garoto alguma hora, não? E se para cada um ela fala uma coisa isso não irá dar certo não...
Jasper irá contratar um detetive e eu acho que o bicho vai pegar... Alice não gostará nada nada de saber que foi investigada, não? Sinto cheiro de confusão no ar! OOOO
beijinhos
Olá Alice :D
ResponderEliminarconsegui vir ao computador da melhor amiga, para comentar aqui os comentários.
Que bom que gostou da atitude do jasper, realmente ele esta disposto a que tudo corra bem e no entanto disposto a descobrir certos segredos.
É assim ele realmente não vai descobrir tudo no tempo que pertendia, pois vai acontecer muita coisa estranha, contudo a verdade vai a tona quando menos se esperar.
Bom alice não vai saber de nada ate ao dia em que um certo alguém abordar e é ai que tudo vai levar uma volta de 180º.
Sim muita confusão esta para começar.
Beijinhos.
p.s. Espero que em breve possa voltar a postar.