Capitulo 1 - Como tudo começou ...
Rosalie
Estava um dia em tanto, trabalho ja era escasso para o buffét do meu pai, pois com a crise os clientes estavam a cortar nos pedidos e nos eventos, e isso preocupava muito os meus colegas de trabalho, que tinham famílias extensas a sustentar.
Fui ate ao gabinete do meu pai onde bati antes de entrar.
- Olá minha flor. Entra... - advertiu-me a entrar.
Sentei na cadeira a frente do seu gabinete e montei um sorriso, que nao enganava nada a minha preocupação.
- Que cara é essa?
- Pai... eu sei que dinheiro nao é coisa que se tenha facilmente aqui, mas estou preocupada com a questão financeira do buffét. Os trabalhadores estão preocupados em perder os seus postos de trabalho.
- Eu entendo perfeitamente os teus medos e de todos. - suspirou. - Mas ainda assim tenho uma coisa boa para dizer-te.
Aproximei-me mais do meu pai para saber que coisa era essa que podia acabar com a minha tristeza.
- Hoje mesmo vamos ter um evento, alias dois, ao qual existe um que nao vais querer perder. - o meu coração começou a palpitar tanto, mas tanto que acho que sairia pela boca, bem antes de o meu pai falar novamente. - Alistair vai estar aqui, o teu ídolo vai estar aqui na cidade. - agora por definitivo o meu coração ia rebentar. Levei as mãos a cabeça, nao acreditando.
- Nao pode...
- Pode, pode... - comecei a imaginar ao lado dele num palco a cantar-mos juntos e no final a recebermos aplausos do publico. - Rosalie ! - voltei a terra e o sonho estava muito longe de ser verdade. - Nao sei, se é boa ideia enviar-te a ti para esse trabalho.
- Por favor pai. - implorei.
Era o meu sonho ver o meu idolo ao vivo e a cores, ver um espectáculo dele, cantar as suas musicas de cor. Sonhava desde criança que eu seria cantora e assim era o meu desejo, alcançar o meu mérito, ao lado do meu ídolo.
- Nao sei, e se das-me problemas? Nao quero sarilhos para o buffét sabes que isto aqui nao é para brincar. É muito importante o negocio.
- Pai, pai, vá lá. - pedi tanto, mas tanto que ele ia acabar por ceder aos encantos da sua única filha.
- Esta bem Rosalie. - levantei-me e dei-lhe mil e um beijinhos. - Ros...Rose..Rosalie, filha espera. - olhei para ele, antes de sair pela porta e abraçar esta oportunidade. - Juízo nessa cabeça.
- Eu tenho sempre pai, confia em mim. - pisquei o olho e sai num relâmpago.
Corri e apanhei um autocarro ate casa, onde teria de arranjar uma roupa boa para a ocasião, pois queria estar linda e brilhante para ver aquele que eu sonhava todos os dias. Ao entrar no meu quarto, deitei-me na cama e sorri para os vários posteres que tinha dele. Desde muito cedo que acompanhava a sua carreira, haviam pessoas que insistiam que eu era fanática por ele, contudo bem la no fundo tambem eu sabia que era.
(...)
No evento...
Quando cheguei fiquei vidrada na quantidade de gente presente para receber o Alistair, tentei passar a frente de tudo e todos so para o ver em primeira fila, no entanto os seguranças esbarraram-me logo na entrada e eu estava a ser obrigada a mostrar o meu lado mau para eles, os enganando e entrando de soslaio.
Percorri um corredor extenso e vi muitas portas dos camarotes dos artistas ate encontrar finalmente o do meu Alistair e abrir a porta muito de mancinho. A sala estava completamente as escuras e o silencio era o reino, caminhei um pouco mais e vi ele sentado de costas para mim. O meu coração ja estava a bater a mil, ai ai a minha vontade era do abraçar e sentar no seu colo, mas tinha de conter-me, por outro lado a tentação era tanta. Arrisquei.
- Olááá!!! - ele abriu os olhos e deu um salto.
- Quem és tu? Como conseguis-te entrar aqui sem que ninguem te visse? Isto é invasão. - andou para o lado, ficando longe de mim o mais possível como se eu fosse um perigo. - Segurança!!!! - gritou e eu tentei de todas as maneiras, desculpar-me.
- Desculpe, nao o queria encomudar, mas é que eu sou sua fã nº1, nao resisti... - ao acabar de dizer isto entraram 2 seguranças que levaram-me a força para fora e meteram-me num carro que nem sabia onde ia dar.
Ai o meu pai ele ia matar-me. Chorei arrependida.
(...)
Na esquadra da policia...
Quando finalmente vi onde realmente estava fiquei para morrer, nunca na vida tinha tido problemas com a policia e agora Rosalie Mary Lilian estava a ter o seu primeiro cadastro.
Sentei num cadeira na sala de espera e pouco tempo depois entraram duas raparigas a discutir com os policias. Mantive-me no meu canto nao fossem elas umas arruaçeiras. Olhei varias vezes para o lado e nao consegui ficar calada e perguntei.
- O que vos aconteceu, para estarem aqui?
- O meu nome é Alice. Oh minha linda eu vim aqui para denunciar a minha patroa. - disse a jovem do cabelo curto.
- E eu vim aqui porque meti-me numa briga com uma piriguete que roubou-me o namorado. Meu nome é Bella. - disse a outra.
- E tu? - perguntaram ao mesmo tempo.
- Ai o meu nome é Rosalie. Bom eu estava num evento do meu pai com um cantor famoso, Alistair...
- Conheco, esse canta muito bem.. - comentou Alice.
- Entao eu entrei no camarim dele e o assustei, acho... - riram-se, e eu fiquei a pensar que estavam a gozar comigo.
Entretanto chega um guarda que diz que podemos entrar para interrogatório. Entramos na sala e juntas começamos a falar muito alto, chegando a baralhar a história.
- Calma! - gritou o senhor guarda. - Assim ninguem se entende. Fala uma de cada vez. - voltou a gritar.
Foi hora de contar a nossas histórias e os porque que nos tinham levado a chegar a este ponto.
- Por favor quem começa?
- Eu. - disse eu, olhando para as minhas colegas.
- Nome?
- Rosalie Mary Lilian. Sou cantora, e cozinheira nas horas vagas... - relatei a minha situação, tim tim por tim tim.
- Próxima. - Alice colocou-se na frente. - Nome?
- Mary Alice e sou empregada doméstica. - respondeu a todas as perguntas e fez a tal denuncia que estava a pensar fazer em relação a maldita patroa.
Por fim sobrou a Bella que parecia ser a mais tímida das três.
- E a menina por fim. - o senhor guarda a pediu a sua atenção.
- Isabella Mary, mais conhecida por Bella, sou arrumadeira. - estava jovem tinha um brilho triste no olhar, mas aparentava ser boa menina.
No fim de todas sermos ouvidas, fomos dispensadas e chegando a sala zelamos a nossa amizade e um pacto que tinha de ser mantido para o nosso bem. Saimos juntas e cada uma seguiu o seu rumo ate casa.
Alice
Tinha de aturar todos os dias a maior vibora de todas a cantora Victória que achava-se a dona de tudo e todos. O seu assistente tolo James veio ate a cozinha para pedir alguma coisa, porque oferecer nada ofereciam.
- Alice prepara um sumo e um tosta porque a Victória esta esganada de fome. - assenti.
Detestava servir aquela louca, ainda mais ela era muito esquisita e fazia escândalo por qualquer coisa. Peguei nas minhas pernas e dei maos a obra. Preparei um sumo de cenoura e uma sandes de fiambre fumado de peito de peru porque era light, de seguida pego numa bandeja e levo ate ao quarto da madame.
Subo as escadas e antes de entrar bato a porta com muito esforço e logo James faz o favor de abrir a porta, entro e deixo a bandeja em cima da mesinha redonda em forma de disco.
- Empregadinha demoras-te muito para trazer o meu lanche, queres matar-me de fome ? - gritou como uma louca.
Olhei para o vestido e vi um grande furo e queimado no rabo e deu-me a vontade de rir, chegando ao ponto de James perceber o meu contimento de riso e olhar para o vestido de Victória e ficar com cara seria.
- O que foi James? - perguntou ela, pegando no rosto dele.
- O vestido Vic... esta queimadooooo...
- O que ??? Esta insolente queimou o meu vestido? - virou-se para mim com olhos cheios de raiva. Estava frita. - Tu vais pagar um vestido novo... - gritou aos meus ouvidos. - Nao espera melhor ainda, vou descontar do teu salário todos os meses o valor do vestido, para aprenderes. - levei as maos a cabeça, a minha vida estava arruinada.
Tentei ganhar coragem e nao pensar no que seria o meu futuro, tinha de manter o meu sustento.
- Victória nao vai comer? - ela lançou-me o seu olhar cobra na minha direcção passando os seus olhos fiscalizantes e abrir a boca num grande desagrado.
Fiquei com o coração nas maos.
- Idiota queres dar cabo da minha dieta, queres ver-me gorda?? - gritou e pegou no sumo despejando sobre mim.
Ganhei coragem e enfrentei-a.
- Por mim chega. Vou-me embora, estou farta de aturar loucas.
Sai do quarto e fui ate a uma esquadra da policia passando primeiro em casa para mudar de roupa e tomar um banho, pois o cheiro a cenoura nao era muito bom, sendo ele quase azedo.
(...)
Na esquadra da policia...
Entrei na esquadra e encontrei outra rapariga na entrada que ja vinha muito chateada e os guardas nao ajudavam em nada. Entramos na sala de espera e vimos outra rapariga sentada. Ela nao parava de encarar-nos sempre mantendo o silencio ate que ela própria acabava por quebrar.
- O que vos aconteceu, para estarem aqui?
- O meu nome é Alice. Oh minha linda eu vim aqui para denunciar a minha patroa. - respondi e logo sendo seguida pela outra rapariga fazendo o seu relato tambem.
- E eu vim aqui porque meti-me numa briga com uma piriguete que roubou-me o namorado. Meu nome é Bella. - contou a outra.
- E tu? - perguntamos ao mesmo tempo.
- Bom eu estava num evento do meu pai com um cantor famoso, Alistair...
- Conheco, esse canta muito bem.. - comentei.
Como eu estava farta de famosos, malditos.
- Entao eu entrei no camarim dele e o assustei, acho... - riramo-nos, e ela ficou com cara desconfiada.
Entretanto chega um guarda que diz que podemos entrar para interrogatório. Entramos na sala e juntas começamos a falar muito alto, chegando a baralhar a história.
- Calma! - gritou o senhor guarda. - Assim ninguem se entende. Fala uma de cada vez. - voltou a gritar.
Foi hora de contar a nossas histórias e os porque que nos tinham levado a chegar a este ponto. Olhei para elas e depois para o guarda.
- Por favor quem começa?
- Eu. - disse Rosalie, olhando para nós.
- Nome?
- Rosalie Mary Lilian. Sou cantora... e cozinheira nas horas vagas... - relatou tudo o que havia para relatar.
- Próxima. - coloquei-me na frente. - Nome?
- Mary Alice e sou empregada doméstica. - respondi a todas as perguntas e fez a minha denuncia, queria acabar logo com aquela convencida e metida a boa.
Por fim sobrou a Bella que parecia ser a mais tímida das três e tambem a meu ver a mais novinha.
- E a menina por fim. - o senhor guarda a pediu a sua atenção.
- Isabella Mary, mais conhecida por Bella, sou arrumadeira. - relatou tudo.
No fim de todas sermos ouvidas, fomos dispensadas e chegando a sala zelamos a nossa amizade e um pacto que tinha de ser mantido para o nosso bem. Saimos juntas e cada uma seguiu o seu rumo ate casa, sendo que o meu seria para casa, tendo de aturar aquele marido malandro.
Bella
Mais um dia de arrumações na casa dos Denali como todos os dias fazia. Hoje a casa estava em fúria porque hoje seria a festa de noivado, a dona Sasha estava eufórica por finalmente noivar a filha mais velha e tambem muito medrontosa pois Tanya tinha acabado de engordar e o vestido nao entrava.
Subi as escadas e levei um cesto de roupa onde ao entrar no quarto sou recebida com um sorriso muito doce da dona Sasha que tinha sido sempre boa comigo.
- Oh Bella querida deixa ai o cesto. - fiz o que ela estava a pedir e fiquei pronta para receber nova ordem.
- Dona Sasha vai querer mais alguma coisa ? - perguntei delicadamente.
- Ja nao preciso de mais nada, podes voltar ao serviço... - virei costas e de repente ela volta a chamar por mim. - Bella! - volto a minha atenção para ela. mostrando o meu sorriso.
- Sim!
- Querida estava aqui a ver uns vestidos da Jéssica e como voces tem as mesmas medidas acho que podes ficar com este vestido dela. - deu-me para as maos um belo vestido beje, gostava muito dele, lembrava de a ver a usa-lo e caia-lhe tao bem...
- Nao posso aceitar.
- Podes sim, é todo teu. - realçou a oferta.
- Obrigada dona Sasha nao sei nem como agradecer.
- Ora agrade usando esta noite no noivado da Tanya. - afirmou.
- Claro. - sai sorridente.
- Mae, nao sei se a Jéssica vai ficar satisfeita com isso? - ouvi Tanya a conversar com a mae, ela nao gostava de mim nem um pouco, esperei pela resposta.
- Tanya a tua irmã tem muitos vestidos, acorda meu anjo, dinheiro nao é problema. - ouvi o riso delas louco e de gozo com a pobreza de uma simples arrumadeira.
Desci as escadas e cheguei ate a cozinha onde encontrei a minha madrinha e mostrei o meu presente novo.
- Bella que vestido lindo esse ! - comentou madrinha.
- É mesmo, foi a dona Sasha que deu-me. - sorri encantada ao pousar na minha frente so para ver como ficava.
- E fica-te muito bem minha linda, pareces uma princesa. - sorri ao pensar estar a viver um conto de fadas.
(...)
Na hora da festa do noivado de Tanya...
Os convidados estavam a chegar e a ordem era diversão e pouco trabalho. Aproveitei o momento para divertir-me, sendo que era algo raro de poder fazer. Ate que vi um rapaz a entrar muito lindo parecendo um princepe, ele vinha na minha direcção e meteu conversa comigo.
- Olá !
- Olá ! - saudei sem pensar.
- Esta festa esta mesmo boa, mas eu vou confessar-te uma coisa eu entrei de penetra, nao tinha convite. - olhou serio para mim. - Vais denunciar-me?
- Claro que nao estas a vontade. - servi-lhe um sumo ao qual brindamos juntos.
A noite estava a ser perfeita ate lembrar-me de uma coisa importantíssima a festa do Jake eu tinha prometido ir. Despedi-me as pressas e sai a correr nao dando mais nenhuma palavra.
(...)
Na disco...
Entro na sala cheia de pessoas a dançar e procuro por ele ate que ao fim de tanto empurrar as pessoas para ter espaço para passar dou de caras com ele agarrado a uma piriguete Fico com o meu coração partido e nao consigo conter a minha raiva, acabando por os seprar e dar uns estalos nela e nele ao mesmo tempo.
- Bella nao é o que estas a pensar ! - começou ele com a história que todos os homens gostavam de inventar.
- Nao quero ouvir mais nada. Jake a nossa relação acabou. - disse.
Entao a garota vem para cima de mim com manias de ser boa e começamos uma pancadaria. Jake bem tenta separar-nos, no entanto so mesmos os seguranças conseguem levar o controlo da situação. Tirando-me a força para fora, sendo levada de seguida para a esquadra da policia. Estava cheia de vergonha porque nunca na vida tinha pensado em ser levada para um sitio assim. Ai a minha mae devia estar com vergonha de mim.
(...)
Na esquadra da policia...
Entrei na esquadra e encontrei outra rapariga na entrada que ja vinha com cara de poucos amigos e decidida em fazer alguma, os guardas presente nao ajudavam em nada. Entramos na sala de espera e vimos outra rapariga sentada. Ela nao parava de encarar-nos sempre mantendo o silencio ate que ela própria acabava por quebrar.
- O que vos aconteceu, para estarem aqui?
- O meu nome é Alice. Oh minha linda eu vim aqui para denunciar a minha patroa. - respondeu a jovem que estava comigo.
- E eu vim aqui porque meti-me numa briga com uma piriguete que roubou-me o namorado. Meu nome é Bella. - relatei o meu problema.
- E tu? - perguntamos ao mesmo tempo.
- Bom eu estava num evento do meu pai com um cantor famoso, Alistair...
- Conheco, esse canta muito bem.. - comentou Alice.
- Entao eu entrei no camarim dele e o assustei, acho... - riramo-nos, e ela ficou com cara desconfiada.
Entretanto chega um guarda que diz que podemos entrar para interrogatório. Entramos na sala e juntas começamos a falar muito alto, chegando a baralhar a história.
- Calma! - gritou o senhor guarda. - Assim ninguem se entende. Fala uma de cada vez. - voltou a gritar.
Foi hora de contar a nossas histórias e os porque que nos tinham levado a chegar a este ponto. Olhei para elas e depois para o guarda, pensando mentalmente na cena desta noite na disco.
- Por favor quem começa?
- Eu. - disse Rosalie, olhando para nós.
- Nome?
- Rosalie Mary Lilian. Sou cantora... e cozinheira nas horas vagas... - relatou tudo o que havia para relatar.
- Próxima. - coloquei-me na frente. - Nome?
- Mary Alice e sou empregada doméstica. - respondeu Alice pronta a fazer justiça.
Por fim sobrava eu que em relação em elas nao tinha a mesma força de argumentos e vontade para estar neste lugar.
- E a menina por fim. - o senhor guarda a pediu a minha atenção.
- Isabella Mary, mais conhecida por Bella, sou arrumadeira. - relatei tudo.
No fim de todas sermos ouvidas, fomos dispensadas e chegando a sala zelamos a nossa amizade e um pacto que tinha de ser mantido para o nosso bem. Saímos juntas e cada uma seguiu o seu rumo ate casa, sendo que eu tinha de voltar para o meu quartinho dos fundos da casa dos Denali e voltar a minha vida de empregada no dia seguinte.
Vida atribulada dessas três meninas não? Quem diria que Bella, Rosalie e Alice se tornariam amigas tanto assim so porque causa de um problema que mal ou bem as juntou?
ResponderEliminarNossa isso sim é que é um trio fantástico, essas meninas prometem, queimar muita bobagem ai
Kiss
é verdade como a vida pode mudar. Mas elas são muito simples e conseguem mesmo assim unir forças contra o que lhes pode fazer frente.
EliminarPode crer que sim.
Beijinhos