Capitulo 4 - Os primeiros Riscos
Rosalie
Pela manha ao acordar, fiquei simplesmente encantada com mais um dia, ao qual poderia trabalhar na casa que sempre quis, para assim alcançar o meu sonho de sempre.
Levantei e vesti-me a correr, pois tinha um autocarro arrancar dentro de 3 minutos. Passei a correr pelo meu pai e dei um breve bom dia.
- Bom dia pai!
Corri e fechei a porta. Atravessei a rua estava com muita pressa. Ao chegar na casa da Victória, e ao entrar na cozinha ja tinha uma recado na banca.
" Por favor, nao esqueça de ir as compras e trazer comida light, hoje tenho um jantar importante. "
Suspirei, la tinha eu de ir para a loja do senhor António.
Ao caminhar pela rua, parei e olhei para tras, observando aquela casa que um dia seria tao igual a minha, porque o meu sonho de cantora estava cada vez mais perto de acontecer. Continuei andar, antes que houvesse problema.
Entro na loja e dou os bons dias.
- Bom dia senhor António.
- Bom dia Rosalie! - saudou-me.
Observei todas as prateleiras tirando sempre para o cesto tudo o que era necessário e tambem saudável, mas light. Paguei tudo e fui para casa, onde passei grande parte a limpar, lavar e tratar de fazer o almoço, entre outras tarefas, bem cansativas.
Finalmente ouço a porta a bater, e deduzo logo que sejam eles, corro ate a sala para serviço de cortesia.
- Olá dona Victória, Olá James. Vao querer alguma coisa. - ela arregalou bem os olhos.
- Troces-te o que pedi?
- Sim, esta na cozinha, eu farei um bom jantar para a senhora. - disse.
Estranhei, desde que estava nesta casa ao serviço dela, ok por pouco tempo que fosse, nao me recordava ter visto alguem para alem, do James. A menos que ela tivesse algum namorado secreto... hum nao acreditava muito nisso, pelo que eu via, James era super caido por ela, no entanto ela nao dava bola alguma para ele. Triste.
- Alistair! Vem jantar comigo, esta noite, curita. - e sorriu irónica para mim.
- Lacreia... - a roubar-me o meu idolo.
- Comoooo???
- Quer... eu quis dizer Victória.. - baixei o olhar correndo para a cozinha.
Ouvi passos atras de mim, ok era James de certo para dizer aquilo que eu nao queria ouvir. Ai ainda ontem tinha ganho o emprego e ja ia para a rua, hoje. Que triste eu.
- Rosalie ! - o meu mundo ia acabar. - Queria pedir um favor, na verdade, vai ser paga pela hora extra. - o que? Eu estava a ouvir mesmo bem? Nao ia embora.
Dei um pulo de alegria.
- Rosalie esta tudo bem? - nem conseguia disfarçar a minha alegria. - Espero que tenha, a mesma energia para a noite.
Saiu, e eu fiquei sozinha na cozinha a pensar com os meus botões. Eu ia fazer o jantar que o Alistair ia comer, eu ia estar com o meu idolo. Ai que alegria.
Estava super impolgada, mal podia esperar pela noite. Preparei tudo e comecei a tratar de fazer um bom jantar com toda a qualidade que um artista merece. Ia surpreender, ele nao ia resistir aos meus encantos, desta vez eu ia conseguir, nao o assustar, mas reter a sua atenção, nem que fosse so pelo simples facto de o ver comer.
Nesse mesmo instante fiz uma pausa no trabalho e liguei para o meu pai, que de certo ia ficar muito contente com a noticia. Esperei que ele atende-se, como ele as vezes era um pouco atrapalhado com os telefones, insisti algumas vezes, ate que ele realmente atendeu.
- Alo? Rosalie! - falou o meu pai do outro lado da linha.
- Alo, Pai! Preciso mesmo de dizer uma coisa muito boa que, ai. - suspirei. - Nem vais acreditar.
- Se nao falares, nao vou saber, muito menos acreditar. - ele tinha razão, as vezes eu atrapalhava-me um pouco mesmo. Era o entusiasmo.
- Sabes, o meu ídolo... Ele vai estar aqui em casa da Victória, esta noite. - ficou muda a linha. - PAI?
- Que bom filha. Isso quer dizer que vais chegar tarde.
- Sim.
- Tudo bem. Boa sorte, entao. Vou ter de desligar, minha estrelinha.
Desligou o telefone, nao parecia muito animado, como antes, mas estava tao feliz que mais tarde ia saber isso, agora, era hora de ir saber de outros pormenores.
(...)
Hora do Jantar...
Ja passava da hora marcada quando finalmente coloquei na mesa o jantar, no entanto, apenas conseguia ouvir um burburinho de fundo. Victória estava a reclamar o tempo todo, talvez aquela pessoa nao viesse e toda a comida acaba-se por estragar.
Tinha pena, comida tao deliciosa a ser deitada fora assim, mas que podia eu fazer, se era para mim tambem uma tristeza nao o poder ver, e para alem disso tudo eu ia tinha falhado com o Emmett, tinha prometido a mim mesma que ia estar com ele, mas por causa do trabalho, a nossa relação ficou para segundo plano.
- Estou tao irritada, que estou capaz de matar!!! - gritou Victória.
Fui ate a sala, sem fazer muito barulho onde ao ouvido do James perguntei.
- Posso ir embora? - ele respondeu num simples sussurro.
- Sim.
E virei costas, tirei o avental, soltei o cabelo e fui para casa. Ou menos lá nao tinha tristeza, nem a desilusão de nao ver o meu idolo. Era triste pensar, agir, e ver tudo tao perfeito, para o receber e ele simplesmente falha, nao aparecendo, nao experimentando o meu sabor, nao me conhecendo.
Abri a porta e vi que o meu estava no sofá a minha espera.
- Entao estrelinha? Como correu a noite? - baixei o olhar. - Rosalie!
- Pai... ele nao apareceu, mas agora tambem nao quero falar sobre isso. - ele compreendeu. Preparava-me para virar costas, quando lembrei-me novamente de Emmett. - Pai... - ele ja esperava que eu volta-se a falar.
- Diz!
- Sabes onde o Emmett mora? - fiquei um pouco corada, dado que ele nao estava muito bem a par da minha relação tao avançada com Emmett.
- Bom eu penso que ele mora num apartamento próximo do buffét. Mas porque a pergunta? - ok agora vinha ai a parte mais complicada de explicar a um pai.
- Bom... ok... eu nao consigo mesmo esconder nada de ti. É que eu e o Emmett estamos... a namorar.
- O que ? Vocês so se conhecem a um dia.
- E dai, existe amor a primeira vista. - avisei, logo para ele nao pensar eu era alguma galdéria, nao era de alguma maneira ele pensasse dessa forma, mas nao queria mostrar parte fraca.
Aprecei-me logo e nao dei tempo nem para uma resposta, simplesmente bati com a porta. Corri a imensa rua, ate que finalmente encontrei o que procurava. Bati delicadamente a porta, esperei de braços cruzados que ele abri-se e quando ele o fez e ficou espantada e nada a espera de ver a estas horas.
- Olá! - saudei, dado logo um beijo.
Quando ele estava prestes a responder somos interrompidos por um telefonema. Vasculho a minha mala a procura, ate que encontro e vejo no visor, Alice. Atendi imediatamente.
- Alo Alice?
- Rosalie! Preciso de falar contigo uma coisa. - estava com uma voz estranha, mas preocupada.
- Passa-se alguma coisa?
- Sim, infelizmente sim, mas é nada que possamos falar pelo telemóvel. Amanha espero por ti na loja do senhor António.
- Ok esta combinado. - desliguei.
- Problemas ? - perguntou ele.
- Nao. - respondi, deixando logo cair a mala e saltando no seu colo.
Passamos um serão fantástico na companhia um do outro, embora o sonho da minha noite nao fosse este, estava a ser agradável ainda assim.
Alice
Ja estava o sol a raiar, os pássaros a cantar e um novo dia a começar, era hora de ir trabalhar, colocar o corpo a funcionar, e a excitar a mente. Saltei da cama, troquei o pijama e ja estava completamente pronta para começar.
Bebi rapidamente o café e desatei a correr para apanhar o autocarro, pois com o resto eu nao estava preocupada, dado que a Kate levaria o Peter, para a escola e quanto ao Edward esse ia para a faculdade.
Ai como eu estava nervosa, ate parecia que era a minha primeira vez neste mundo do trabalho. Respirei fundo, umas quantas vezes.
Estando ja bem na frente da casa que seria a minha próxima morada, fiquei mentalmente a imaginar o trabalho. Entrei e troquei de roupa, comecei por arrumar a cozinha, pois estava uma completa porcaria, realmente as madames de hoje nao sabia arrumar nada.
Ja estando a cozinha completamente arrumada ouço uma conversa que desperta uma grande atenção da minha parte, nao eu gosta-se de ser bisbilhoteira, mas era algo de deixava-me intrigada, o que eu podia fazer?
- Avo, avo hoje vou trazer aquela moça que te falei para conhecer-te!
- Ai que bom. Falas tao bem da Bella. - Bella? Nao estava acreditar no que eu estava a ouvir, eles estavam a falar da minha amiga. Continuei sob escuta.
- Alem disso ela é de boas familia, e o dinheiro faz-nos uma falta danada. - riram-se como loucos. Ai onde eu tinha acabado por meter-me. Gente interesseira. Bella de boas famílias Será que estavam a falar da mesma menina que eu conhecia? Muita coisa nao batia certo.
Deixei de ficar a ouvir a conversa e continuei com o meu trabalho, antes que alguem me apanha-se.
(...)
As horas foram passando e como isso o almoço tinha chegado, e claro que tambem estava pronto para servir.
Entrei na sala e servi a dona Maria. Ela parecia muito contente com o meu trabalho simples e muito eficaz.
Momentos depois entra o neto, Mike com Bella do seu lado, o meu coração vai ao chão, tirando logo a duvida que estava a pairar na minha cabeça. Bella estava a mentir. Ela quando olhou para mim ficou com um olhar assustado e eu quase deixei escapar toda a verdade.
- Bella??
- Alice! - ela nao parecia muito feliz.
- Vocês conhecem-se? - perguntou Mike.
- Claro que sim, sou amiga de uma antiga empregada de Bella, nao é verdade? - entrei no mesmo jogo que ela estava a iniciar.
Fiz um simples sinal que apenas ela podia perceber e recolho-me a cozinha. Ouvindo logo de seguida a vinda trás de mim. Estando apenas nos na cozinha confronto-a com a sua mentira.
- Bella, o que pretendentes ? Tu estas a engana-lo! - estava desiludida.
- Nao estas a perceber Alice, nao é nada do que estas a pensar. - baixou o olhar. - O Mike ainda nao sabe a verdade, eu nao tive coragem ainda nao o dizer e alem disso eu nao escolhi mentir. Simplesmente aconteceu aconteceu.
- Bella eu sou tua amiga, e como tal quero alertar-te para o perigo que possas vir a correr com a mentira.
- Do que estas a falar ?
Somos desde logo interrompidas, por Mike que entra na cozinha desconfiado.
- Amor, vem a avo quer estar um pouco mais contigo.
- Claro. - respondeu a ele, voltando a olhar para mim. - recomendações minhas para a tua antiga amiga. - inventou.
Saíram da cozinha. Sem querer ja estava a entrar na mentira.
(...)
Hora de sair...
Chegando em casa, a única coisa que eu apenas queria ver, era o meu sofá. Estava tao exausta que nem tinha vontade para fazer o jantar. A toda a hora tinha o meu filho a gritar, nao a cantar, Edward a pedir silencio, pois estava a estudar para uma prova, Kate a ouvir musica. Eu nem tinha forças para gritar por silencio. A voz estava tao sumida.
Ja estando quase adormecer quando o meu filho salta para cima de mim, acordando-me logo e fazendo me ver o traste do meu marido na minha frente.
- Estavas a dormir tao bem que nao queria que acorda-ses.
- O que estas aqui a fazer? - perguntei levantando-me.
- Vim ver o nosso filho e a mae. - virei a cara, nem forças tinha para o expulsar, tanto que deixei que ele ficasse.
Olhei para o meu telemóvel e lembrei-me logo que queria falar com a Rosalie.
Saltei do sofá e corri para o meu quarto para ter privacidade. Digitei o numero dela rapidamente e esperei que ela atendesse.
- Alo Alice? - finalmente ouvi a sua voz.
- Rosalie! Preciso de falar contigo uma coisa. - estava nervosa.
- Passa-se alguma coisa?
- Sim, infelizmente sim, mas é nada que possamos falar pelo telemóvel. Amanha espero por ti na loja do senhor António.
- Ok esta combinado. - desligou.
Deitei-me na cama e pronto nao aguentei, dado que tinha mesmo de fechar os olhos.
Bella
Acordei pela manha e reparei que tinha a fotografia no chão. Levantei-me e a apanhei, fiquei um tempo a olhar para ela. Só passado um tempo é que dei conta da hora e que realmente tinha de despachar-me, porque so agora o dia estava a começar e eu nem sentia-me completamente cheia de forças, mas no entanto elas só ia chegar quando começa-se a dar no duro.
Fui para a cozinha e ja estava a minha madrinha de volta do liquidador para fazer o sumo complexo da dona Sasha. Pouco tempo tinha para preparar o resto e começar as limpezas, antes dos patrões pedirem a refeição.
Quando estava a preparar-me para ir para a sala para levar o sumo para a mesa, ouço uma conversa a meu respeito que me deixa um pouco constrangida.
- Ai mae, ja reparas-te o quanto a Bella anda diferente ? Animadissima. - comentou toda invejosa Tanya.
Ela nao me gramava nem por nada, sempre tinha ciumes de mim, nao percebia porque, dado que eu era apenas a simples arrumadeira. Nao tinha dinheiro como eles.
- Tanya, toda a gente tem direito a ser feliz, a Bella é uma doce menina. - ouvi dona Sasha defender o meu bom nome.
Como eu via esta mulher como uma mae, ela sempre defendia-me como uma filha.
- Mas nao vamos falar de empregados, querida. Temos um assunto importantíssimo casamento. - mudaram de assunto e entrei na sala, parecendo a leste da conversa anterior.
Servi o sumo, e mostrei o meu melhor sorriso.
- Falando em casamento, nem sei qual o vestido que vou escolher. - riu-se toda.
Virei costas e voltei ate a cozinha. Continuei o serviço.
(...)
Estava mesmo na hora de olhar as horas no meu telemóvel quando vejo uma mensagem do Mike.
* Bella. Quero muito encontrar contigo agora, quero que venhas a minha casa conhecer a minha avo. *
Estava com receio de deixar o serviço para sair assim, mas pensando bem nao ia fazer nada de mal, e para alem disso, nao ia demorar. Entao respondi a mensagem.
* Mike. Espera por mim ao portao. *
Corri para o meu quarto para vestir uma roupa mais bonita e sai, porta fora.
Lá estava ele ao portao, feliz a minha espera. Aproximei-me dele e dei um beijo simples, depois pegou na minha mao e caminhamos ate a sua casa, que por acaso pertencia ao mesmo condomínio do meu.
Tinha de confessar, que estava bem nervosa e que nao estava habituada a estas situações, em que conhecer a família do namorado era uma factor importante. Ele fazia tanta questao, que eu tinha acabado por aceitar, nao vendo mal nisso.
Abriu a porta e eu nao estando a contar, o meu coração caiu ao chão, vendo na minha frente a minha amiga Alice. Nesse instante o meu mundo a cair aos pedaços, a minha oportunidade de ter uma maneira sincera de contar a verdade, perdida.
- Bella??
- Alice! - nao mostrei grande felicidade inicial.
- Vocês conhecem-se? - perguntou Mike.
- Claro que sim, sou amiga de uma antiga empregada de Bella, nao é verdade? - entrou no mesmo jogo que eu estava a iniciar.
Fez um simples sinal que apenas eu podia perceber e recolheu-se na cozinha. Fui logo atrás de si, inventado estar a ir a casa de banho. Estando apenas nós na cozinha sou confrontada com a minha mentira.
- Bella, o que pretendes ? Tu estas a engana-lo! - estava desiludida, e eu percebia, para quem estava de fora a visão sobre os factos era completamente diferente.
- Nao estas a perceber Alice, nao é nada do que estas a pensar. - baixou o olhar. - O Mike ainda nao sabe a verdade, eu nao tive coragem ainda nao o dizer e alem disso eu nao escolhi mentir. Simplesmente aconteceu aconteceu. - tentei de alguma maneira explicar com clareza as verdadeiras razões que levava esta gente a pensar que eu pertencia a uma família rica.
- Bella eu sou tua amiga, e como tal quero alertar-te para o perigo que possas vir a correr com a mentira. - sempre preocupada, porem o seu tom de voz mostrava-me outra faceta por descobrir, que so ela sabia.
- Do que estas a falar ?
Somos desde logo interrompidas, por Mike que entra na cozinha desconfiado.
- Amor, vem a avo quer estar um pouco mais contigo. - estava a ser forçada a deixar esta conversa pendente, mas nao ia esquecer, pois o caso parecia ser sério.
- Claro. - respondi a ele, voltando a olhar para Alice. - recomendações minhas para a tua antiga amiga. - inventei.
Saímos da cozinha. Sem querer ja estava colocar uma amiga na mentira, no entanto nao seria por muito tempo, queria resolver isto logo.
Voltando a sala, dou um novo sorriso para a senhora Maria e tento que tudo se resuma a ser tempo de voltar para casa, pois teria nao tarda nada gente a minha procura.
- Desculpe dona Maria, mas é que tenho mesmo de voltar para casa, amanha terei uma prova e tenho de estudar.
- Menina dedicada.
- Sempre, os meus pais querem que eu tenha um bom futuro.
- Eu levo-te para casa.
Dei um beijo na senhora e saimos porta fora, ele bem tentou com as suas palavras meigas, seduzir-me no sentindo de levar a passear, mas mantive-me firme, nao quebrando as minhas palavras. Ele cedeu levando-me ate ao portao e pronto estava em casa.
Dei um beijo na sua testa e voltei para dentro, nao ficando para o ver ir embora.
(...)
O tempo para mim parecia que estava parado, ora vinha a tona a imagem dele, ora vinha a conversa de Alice. Estava a ficar sem cabeça para nada que tinha mesmo de deitar na almofada e dormir. Lamentava o facto de nao poder falar com a minha mae, no entanto estava sem cabeça. Adormecer nao estava a ser um facto facil de concretizar, pois a cabeça estava demasiado ocupada com preocupações. Levantei-me da cama e andei de um lado ao outro, nao chegava a conclusão alguma.
Ligar para Alice e pedir satisfações, nao ia dar em nada, dado que ela nao as ia dar. Contar a verdade ao Mike era medo, um medo possibilista, estava completamente sem saída
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