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Diário de Esme Cullen - Presente de volterra

Segunda-feira, 23 de Outubro
" Um presente de volterra "
Querido Diário:

O dia estava muito calmo, Rosalie esta manha tinha saido com Renesmee para para brincar na neve, eu sabia o quanto ela adorava fazer este tipo de brincadeiras pois muitas vez apanhava a fazer a mesma coisa com Emmett, dado que ele tinhas diversas atitudes que levavam qualquer mulher achar que ela submetia-se ao papel de mae e nao de esposa.
 Subia as escadas ate ao meu quarto e fiz o favor de trocar de roupa, voltando assim para a sala, pois Bella e Edward acabavam de receber um presente.
Quando aproximei-me para ver do que se tratava ja Alice estava a saltitar a volta deles, claro, como era evidente ela ja sabia o que a caixa continha.Edward ja devia estar a ler a minha mente dela e de todos nos que estavamos ansiosos para saber.
Fiquei a espera que Bella abri-se o presente assim como Alice que nao conseguia conter o seu nervosismo.
Bella olha para mim, depois para Edwarde e por fim para Alice. Volta abrir a segunda caixa e la estava o reluzente um colar de pedra preciosa.
- É lindo! - disse ela por fim.
A sua reacção era tao modesta, mas o suficiente para garantir o agrado.
- Tem um cartão. - avisou Edward pegando nele, eu o tirou das suas maos e leu.
- Para a senhorita Cullen este presente magnifico. Ficará a matar em si. Beijos Aro Volturi.
Realmente alguma coisa eles tinham de bom, porque de resto nem valia a pena falar.
(...)
Logo apos Rosalie chegar da neve e ter dado o seu banho completo a pequena Renesmee teve o cuidado de dar-me uma valente ajuda na mudança de alguns objectos no meu quarto, pois ja estava a necessitar.
Quem aparece repentinamente a porta é a menina Alice.
- O que voces estao a fazer ? Nao me convidaram! - perguntou ela desagrada, por sido posta de parte da nossa actividade.
- Estamos a tratar da reforma do quarto. - disse Rosalie.
Eu conhecia perfeitamente bem o gosto que a minha filha tinha pelas decorações etc.

- Hum, realmente ele esta precisar de uma mudança - ela observava tudo a sua volta enquanto falava. - Ai se fosse eu colocava aqui uma cor de dar no olho, mae. - olhei para a Rose primeiro e depois para Alice.
Conhecia muito bem o seu gosto pelo excentrico. E por vezes chegava aceitar as suas propostas sem protestar, dado que assim, nao mostrar o seu beicinho quando nao contrariada.
- Ai que bom que concordam comigo, vai ficar um máximo. - sorriu abertamente.
- Claro que sim. - disse eu ja ficando sem paciência.
Foi entao milagrosamente fui salva pela Rose que por acaso estava a deitar o olho na janela e viu que alguem estava a chegar e disse:
- Alice querida, elas estao a vir para casa talvez seja a altura de ires brincar com a tua sobrinha.
Nao me recordava de ter visto Bella sair, mas pensando bem tambem nao me recordava de ouvir Rose entrar. Ok estavam combinadas.
- Ok ja percebi que voces nao querem a minha companhia. - entao virou as costas e soltamos um suspiro de alivo.
- Ainda bem que foste a janela minha querida, acho que ja nao aguentava mais uma excentricidade dela. - comentei.
- Verdade mae, ja ninguem aguenta tanta modernisse.
(...)
Depois de algumas horas intensas nos constantes de desenhos da reforma, era hora de ter toda a minha tenção focada em quem no meu marido perfeito.
Ele devia estar mesmo a chegar, pois o seu plantao ja havia terminado e claro que ele ate podia chegar sem estar cansado, porque nos vampiros nao tinhamos desses problemas, mas como era evidente, o nosso teatro totalmente humano deixava-o super a vontade, para o fazer e eu esposa dedicada como era, tornava-lo totalmente credivel.
Ele chegou e eu preparei-me para o receber da melhor forma possivel em nosso quarto, so que ele vinha com uma cara meio triste.
- O que se passa meu amor? - perguntei.
- Um paciente, chegou ao hospital em estado critico e... acabou por morrer, nao aguentando algumas das sequelas do acidente.
- Que coisa triste! Eu entendo bem a tua dor, creio que tenhas pensado nas possibilidade de haver uma forma de o trazer a vida, contudo ha que ter limites. É certo que as pessoas tem de morrer, para dar continuidade a especie.
- Sim. Pensei na possibilidade da imortalidade, mas nao seria ético da minha parte e tal como dizes, é necessário morrer-se para dar continuidade a especie. - abracei-o.
Carlisle era a pessoa mais bondoza que alguma vez havia conhecido na minha vida, talvez a melhor, dado que pensava sempre em primeiro lugar nos outros e so depois de ver que tudo estava resolvido, em si.
Talvez fosse essa a razao de me deixar mais que apaixonada pela sua pessoa, ele era completamente diferente do Charles, nao me batia, nao me obrigava a nada.
- O que eu faria sem ti minha Esme!
- Ora essa farias a mesma coisa, talvez com uma intensidade menor.
- Nao teria a familia que tenho hoje!
- Sim de certo, mas terias ao Edward.
Edward tinha sido o grande pilar do meu marido antes de chegar ate mim, ja depois de adulta.
- Mas agora vamos deixar as coisas triste para tras das costas, e vamos realmente aproveitar aquilo que temos.
-Tens razao.
Pegou-me ao colo e levou-me para cima da cama onde divertimo-nos a nossa maneira.


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