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Diário de Esme Cullen - Encontro Decisivo

Domingo, 1  de Janeiro
"Encontro Decisivo"
Querido Diário:

O dia ja estava a nascer e nos preparam-nos mentalmente para enfrentar aqueles aquele pelo qual devíamos ter medo, pois a nossa vida estaria a ponto de terminar. Todos estavam ansiosos por um reencontro principalmente o Vldimir e Stefan, estes pareciam ter umas contas antigas a ajustar. Por conta de histórias um dia Carlisle havia mencionado, ao qual nao tomei muita atenção.

Por mais que fossemos fortes e capazes ate de vencer, havia sempre aquele receio, ate sabia que os lobos estavam do nosso lado, porem o medo e angustia era os elos mais fortes, neste momento. Foi entao que mentalmente preparando eles apareceram em um fila continua sem fim.

Aquele Aro, vinha na frente e com ele trazia os seus irmãos Caius e Marcus na sua aba e bem atras deles tinha a grande provocadora de todo o mal intendido Irina, como ela tinha coragem de entregar provas erradas da sua família, afinal onde estava a consideração que tinha por nós? Onde estava aquele brilho no olhar quando fazíamos aquelas visitas no Alasca?

Pobres testemunhas que nao percebem qual o seu destino no fim desta visita. Meu marido se colocou na frente para fazer a recepção, Aro por sua vez torceu o pescoço para expectativa de fazer o seu ar irónico, ao qual tinha medo, pois nao queria que nada de mal acontece-se com Carlisle, ou entao nao sabia o que seria da minha vida.

- Como vai Aro meu velho amigo! - saudou.

- Bem. - ironico o seu tom.

Estava a ficar sem paciência para tamanha ironia na sua voz irritante daquele Aro que so tinha de baixo de ideia a sua vingançazinha. Toda a gente sabia que ele invejava a nossa familia, principalmente os nossos dons, e como tal era uma excelente ideia ter de nos enfrentar, e assim ganhar partido do que realmente queria.

- O que nos tras aqui é simples e breve... - olhou para a Renesmee. - Vejo que a criança enquadra no perfil descrito por Irina.

- Ela nao é uma criança imortal, ela cresce, tem um coração, nao conseguem ouvir? - falou Carlisle.

Nesse momento arrastei o meu olhar ate a orla de vampiros que estavam no lado oposto ao nosso, e aquele ar de bom ouvinte nao enganava ninguem.

- Cuidado Aro pode ser uma armadilha. - resmungou Caius.

- Quero ver essa criança de perto. - a sua guarda andava um passo a frente. - Bom vejo que a senhorita Bella esta linda, bom eu sempre pensei que o perfil de uma imortalidade ficaria-lhe bem.

Edward avança com Bella e Renesmee atrás, seguidas de Emmett e de Jacob na forma de lobo. Quando finalmente ficam a meros metros de frente um para o outro Edward e Aro. Aro da ordem a guarda recuar mantendo apenas ope de si, Demetri e Felix. Ao inicio Caius tenta manifestar-se porem em vao.
Renesmee caminha sob a protecção de Bella ate Aro, e com a sua mao toca no seu rosto mostrando as imagens do seu crescimento, ou seja revelar a verdade. Ao inicio Aro parece duvidar, mas com o desvendar da verdadeira história ele fica encantado e com o que ve.

- Nunca vi nada assim é incrível! - fala deslumbrado.

O seu deslumbre na verdade, era tao igual a que todos tinham sob a nossa pequena menina.

- O que viste foi a verdadeira história desta criança, tal como o Carlisle disse ela cresce, ela é semi humana, semi vampira.

- Espantoso! - ele nao parava com as palavras deslumbradas.

- Cuidado Aro nao te iludas, pode ser uma armadilha. - avisou desconfiado Caius.

- Nao meu caro irmão esta e a verdade. De facto estávamos errados quanto ao que nos foi falado. - olhou para tras, sabia perfeitamente a quem se dirigia o olhar.

- Quero falar com a informadora já! - ordenou Caius cheio de ravia por ver o seu plano por agua abaixo.
- Aqui! - chegou-se Irina.

- É esta criança que tu viste na floresta? - a pergunta de Caius era de tal forma agressiva.

Olhei para as irmãs Denali e tal como eu temiam por o que Caius podia ser capaz de fazer a ela, face a mentira gerada por um erro.

- De facto esta criança esta crescida, ela era muito mais pequena. - pausou e olhou para as pessoas, principalmente as irmãs. - Desculpem-me por tudo eu enganei-me.

Caius nao perdeu tempo e mandar os seus capangas matarem Irina e ele próprio deita fogo nela. A Tanya e Kate bem se manifestam cheias de raiva face ao que vêem, a dor era tao grande que era a oportunidade ideal para provocar uma guerra acesa.

Foi entao que Zafrina com o seu poder de criar ilusões, tirou a visão a elas, na medida que se Carmen estava preocupada que logo conseguiu socorrer elas, tentando de alguma forma mante-las calmas.
E quando menos estávamos a espera aparece Alice com Jasper e com eles traziam mais duas pessoas.
- Alice, Alice, Alice. - gritamos todos juntos.

- Olá familia. - ela lançava sorrisos, embora a hora nao fosse propicia a tal.

Ela caminhou cautelosamente ate ao meio da fronteira que nos mantínhamos deles.

- Aro eu tenho aqui uma outra pessoa da mesma espécie que Renesmee, o seu nome é Nahuel e esta e a sua tia. - ela apontava para eles.

- Hum estou vendo. - Aro aproximou-se. - Que idade tens tu meu caro Nahuel?

- 150 anos. A minha mae era humana e o meu vampiro, infelizmente ela faleceu ao treme e desde ai a minha tia tem estado sempre ao meu lado.

Era impressionante a sua história.

- O meu pai e um vampiro perigoso, ao qual tem de ser detido, esse sim.
Aro inrogou a testa. Alice aproximou-se dele mostrando algo que o deixou muito atento durante uns segundos.

- Vejo que nao e isto que tu queres para a tua guarda. Nos podemos perder muitos de nos, mas acabamos com voces todos. - as ultimas palavras da minha filha deixaram de alguma forma um pouco de desconforto nele.

Instantes depois estava ele virando-se para os seus caríssimos convidados e demais presentes.

- Lamentavelmente hoje nao vai haver mais nada. Tudo nao passou de um mal entendido. - Jane ficou muito irritada com a decisão de seu mestre, ja para nao falar que Caius estava cheio de raiva a sair pelos olhos.

Ai que bom era a melhor coisa que tinha acontecido na nossa vida, afinal a verdade sempre conseguia falar mais alto e salvar-nos de um tremendo erro, infelizmente o fim de Irina foi inevitável.



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