A vida de uma disgh de moda era muito agitada, mal dava para manter quieta e de volta a casa. Neste momento estava com um trabalho a realizar, mega importante na cidade da Luz, em Paris. É claro que quando fiquei a saber para onde estava prestes a ir, fiquei radiante, já imaginando mil e uma coisas para fazer e partilhar. Adorava compras, e ainda mais tirar fotografias ope do maior símbolo de toda a França, a Torre Eiffel, não era um máximo?
Só tinha pena de não poder trazer ninguém comigo nesta aventura, pois de certo que Cynthia, minha irmã ia adorar. "Oh se ia" pensei comigo mesma ao sair do meu local de trabalho, para rapidamente passar em casa e apanhar as malas e sair.
É claro que não gostava de despedidas, pois quem acabava mais chorosa era eu no meio de tudo. Então aproveitei que não estava ninguém em casa, e a caminho de aeroporto, tratei de fazer as ligações necessárias para manter toda a gente informada, não fossem eles chegar a casa e encontrar o espaço vazio e terem logo ideias absurdas na cabeça, ne?
Ao fim de algumas horas de voo, o sono atacou a minha fragilidade humana e deixei-me levar pelos sonhos, mas que sonhos, não? Dava para acreditar que nesse sonho um jovem lindo e moreno de olho castanho amável aparecia para me encantar?
Ok, Alice aterra um pouco, sim? Acordei desse mero e viajante sonho, que não passava disso mesmo e quando acordada, oh desilusão, pois esse homem não existia, pelo não nas características exactas, e caso realmente existisse seria muita coincidência, não?
Depois de apanhar a boleia da minha amiga adorável que esperava por mim com grande euforia, fomos directamente para o seu carro. Dado que conhecia muito bem esse olhar, essa cara curiosa e não devia estar para demorar ela soltar o seu "quem quer ser milionário", isto é as suas perguntas cheias coisas difíceis e várias opções.
Pelo caminho ate casa ela começou com as suas perguntas elementares e básicas do tipo "Como correu a viagem? Encontras-te algum rapaz giro? Não me digas que já tens namorado?" O mesmo de sempre diria eu, a essa menina quem não a conhecia, que a comprasse.
Finalmente no apartamento, pousei as malas e apenas tive tempo de lançar-me para o sofá, é claro que só fazia isto por estar na casa de quem estava, caso contrário, não teria tamanha coragem e descaramento. Ela simplesmente simpática como era dirigiu-se a cozinha para preparar um café para nós, e se bem que eu precisava, porque os meus olhos estavam quase a fechar.
Uma vez de volta, recompus-me no sofá e tomei em minhas mãos a minha chávena, tomando um simples trago.
- Então fala-me lá do teu novo projecto! - questionou Bianca sentando no sofá com um sorriso a brotar em seus lábios e a saborear seu café, que na verdade estava uma sincera delicia.
- Bom, digamos que não é bem um projecto como aqueles que estou apta a realizar.. - tomei um novo gole, pousando de seguida a chávena na mesinha de centro. - Eu vim para Paris, para procurar inspiração, e ao mesmo tempo em trabalho de pesquisa.. - voltei a pegar a chávena tomando um novo trago.
- Hum, entendo! - foi tudo o que ela disse antes de explodir em gargalhadas.
- Não sei onde esta a graça! - tentei soar a menina má e ao mesmo tempo seria, que na verdade não era, porque por vezes era tão ou pior que Bianca em brincar com assuntos sérios.
- A graça esta no banheiro.. talvez do 4º andar... - olhou para o tecto, e eu segui nesse sentido, rindo com ela.
Bianca era muito extrovertida, quem nesta casa convivia com ela, dificilmente ficava indiferente a todo o seu bom humor, o que na verdade era necessário para ultrapassar com uma perna as costas, segundo ela o stress matinal.
O fim de tarde foi dando lugar a noite, e hoje por mais estranho que parece-se, não me sentia cansada e ao ponto de apenas desejar sentar e ver TV, muito pelo contrário, queria muito passear por essa linda praça, iluminada a rigor. Isto sim era que era vida de qualidade, viver no centro da capital, que a meu ver era a mais linda de toda a Europa.
Sai do meu quarto, já de roupa trocada e com um casaco bem aconchegante, pois a noite estava fria, e ao tirar a chave do chaveiro, dei um ate já a minha amiga. Desci no elevador e sai no piso 0, seguindo ate a rua e pedir assim a um táxi para me levar no centro, pois ainda eram alguns km que a andar demoraria, pelo menos, olhei o relógio de pulso, uma meia hora.
Quando desci do táxi, paguei a corrida, dando um gorjeta extra ao senhor que tinha sido impecável comigo, conversando amavelmente. Quando finalmente olhei para o céu, vi que estava efectivamente parada na frente daquela que nos livros, e filmes parecia mais pequena, que na verdade a Torre era mesmo gigante. Aproximei-me um pouco para tocar a infraestrutura, para ver se realmente era real. A textura do metal que cobria essa simétrica e dissimulada arte era absolutamente, olha sem palavras.
Por um tempo fiquei indecisa entre o ficar a ver e o entrar e apreciar, pois dentro deste edifício belo, era revestido de andares de várias apreciações mundiais, como moda, arte, e gastronomia. "Não era a toa que segundo o meu avo, já falecido, mas que Deus o tenha.. que o melhor restaurante de toda a França, se situava, justamente dentro da Torre Eiffel", pensei comigo mesma.
Entre pensamentos e incertezas de entrar ou não, esbarrei com um rapaz, oh meu Deus, fiquei mesmo sem o mínimo de graça para olhar. Era mesmo desastrada com a minha própria vida, quanto mais com as pessoas. Quando gentilmente o jovem me ajudou a levantar, e por acaso ao levantar o olhar gradual, encontrei uma figura, muito semelhante ao meu sonho, "Ai só posso estar a sonhar" pensei comigo mesma, ficando corada, quando passava as mãos na roupa amarrotada, por conta do embate.
- A senhorita esta bem? - parei de tomar atenção na roupa e voltei uma vez mais o meus olhos quase lentos na sua figura linda e digna de um príncipe. - Senhorita! - ele chamava por mim, mas não tinha como responder, estava presa na impressão de um sonho e que talvez ao falar, ele acabaria. - Talvez devesse beber um pouco de agua com açúcar. - aconselhou.
- Não! - soltei a voz que estava presa, e de facto um sonho não era não. Ele alegrou ao ver que estava minimamente bem e que de algum modo iria ficar recuperada.
- Desculpe se fui indelicado ao colocar-me quase na sua frente para entrar nesse elevador, mas é que estava justamente para ir jantar.. - desculpou-se dando mais satisfações do que necessário, pois eu não passava de uma desconhecida, ne?
- Por favor, eu é que estava indecisa em entrar... - pisquei umas quantas vezes os olhos e de um modo descontraído, comecei a observar a praça, que estava cheia de encanto, e algumas pessoas, ainda que estivesse um friozinho na noite.
- Bom já que não chegamos bem a ao corso de quem tem a culpa, que tal poder vir comigo jantar para redimir-me do incidente? - levei a mão ao peito, "jantar comigo? Com esta desvairada e desastrada Alice Brandon?" pensei uma vez mais. - Oh, isto se a senhorita não estiver com ninguém, e se caso queira, claro..
Como podia eu não aceitar um convite deste bonitao, que estava a cruzar no meu caminho. Alice para de pensar despetalares, sim! Sorri para parecer educada e fiz ar pensativo para não pensar que eu era alguma dessas dai, que aceitam tudo a primeira com estranhos. Mas ainda assim este rapaz, por mais estranho que parece-se não era tão estranho assim.
Ai sou muito sensível e me encanto com facilidade, por isso é que quase fui magoada por idiota do meu ex-namorado, que no fim de contas, apenas gozou com a minha cara, traindo com um grande amiga minha, e colega de trabalho de grupo, que enfim, ja lá vai o tempo.
- Sim, vou aceitar seu convite... - transpareci a figura cristalina que era.
Ele pegou a minha mão, e delicadamente foi me conduzindo ate ao elevador. Durante o período que seguíamos fechados fiquei a saber o seu nome, e que lindo era. Talvez digno de um príncipe de um conto de fadas.. Ok, Alice, podias parar de sonhar, não?
Como a demora foi muita comecei a ficar com uma ligeira dificuldade em respirar, primeiro porque tinha uma certa fobia a sítios fechados, então elevadores, era um terror para mim quando demorados. E segundo, quando ia bem acompanhada, o sufoco ainda era maior.
Rafael reparou no meu desespero respiratório, tanto que não parava de abanar a sacola para surtir vento, e ao mesmo tempo de abrir o casaco para ter como respirar a vontade.
- Esta tudo bem Alice? - cambaleei um pouco para o lado e ele praticamente é que me sustentou o meu peso, ficando um pouco perto de mais nossos rostos. - Alice, já estamos quase a sair, aguenta um pouco... - tranquilizou, ao ajudar a manter-me de pé e não tirar a mão da minha cintura, para garantir o meu equilíbrio.
Finalmente a porta se abriu, e respirei fundo umas vezes sem conta, como se estivesse ficado fechada dentro de algum buraco durante horas, sem respirar. Aos poucos fui recuperando as minhas forças e ganhando cor que com ele aquele sufoco todo, tinha perdido e pensando aqui com os meus botões.. " Que figurão aquele que havia feito, não?"
- Sentes-te mesmo bem? - mostrou preocupação ao qual fiquei muito grata de receber, mas tranquilizei logo a situação, acenando afirmativamente.
Sendo assim o convite do jantar mantinha-se a todo o vapor. Seguimos para o tal restaurante, sempre de mão dada, como se fossemos um casal, que na verdade apenas nos conhecíamos a praticamente 15 a 20 minutos, vá!
Foi nos indicada uma mesa e gentilmente ele puxou a cadeira para eu sentar, meu Deus, sentia-me uma completa princesa a ser presentada pelo seu príncipe. O Garçom chegou e deixou as ementas para escolher. Não tinha muita fome, e praticamente parecia mal se nada comesse, então tratei de pedir um menu leve, tipo salada. Uma vez sozinhos novamente, fomos soltando conversa para passar o tempo da espera, e na medida do possível conhecer-nos um ao outro.
- Entao vives aqui em Paris a muito tempo? - perguntou deitando conversa.
- Nao na verdade, vivo na Califórnia, apenas estou de passagem com um trabalho.. - ele ficou pensativo e pegou a garrafa que em outra hora tinha sido posta pelo garçom e serviu um vinho no meu copo e no dele, tomei um gole simples para o acompanhar, e ao mesmo tempo para molhar os lábios que aparentemente estavam secos. - Cheguei hoje, pela manha.. - sorri, pousando o copo na mesa. - E tu, moras aqui?
- Não... Sou de Washington... - sorriu para mim com aquele brilho no olhar que derretia qualquer mulher, e eu não era ex-cessão, pois se fosse gelado, já estaria a derreter. - Embora esteja aqui já algum tempo... nunca deixo de voltar as raízes.
- Quer dizer que trabalhas aqui! - soltei um instinto curioso que mais valia manter calado, para não parecer indelicada. - Desculpa a minha curiosidade... - corei um copo, passando o guardanapo nos meus lábios disfarçando meu embaraço.
- Na verdade sou empresário do ramo imobiliário.. - fiquei impressionada, pois pelo aspecto eu diria que talvez modelo, ou actor. Já chega de tanta viagem Alice, fui repreendida com minha própria mente.
O Garçom chegou com o jantar, e com o momento as perguntas e conversa mais foram aflorando tendo novos conhecimentos, e travar amizade, sim porque este lindinho, já era meu amigo. Tendo o jantar terminado, e por outro lado, pela hora que gentilmente o meu relógio de pulso apresentava, já era tarde.
Uma vez ja na praça e a ponto de sair para apanhar um táxi e assim despedir-me dele, Rafael surpreendeu-me com uma proposta, digamos que quase irrecusável.
- Alice aceitas vir comigo, tomar um bom champanhe num sitio lindo... - fiquei intrigada com o que a sua cabeça imaginava, e na sequência desta noite aceitei, dando a minha mão, e voltando costas ao posto de táxis.
Caminhei junto com ele pela praça fora, esperando sempre o momento em que ele simplesmente abranda-se o passo e disse-se que havíamos chegado, porem tal coisa não acontecia. Subimos umas escadas de antigas e rústicas, e na medida que fomos subindo, o meu coração foi batendo mais forte, como se acompanha-se o compasso de musica tocada pelos sensíveis violinos ao som das estrelas. Dando conta do sitio onde estava, fiquei com que sem reacção uma vez mais como em outra hora de nosso encontro, meio esbarrado.
- Gostas? - perguntou esperando um nota positiva.
- É lindo... - levei a mão ao peito para lembrar de respirar e controlar este coração quase saindo pela boca.
Instantes depois um jovem simpático serviu dois copos de champanhe e antes de o tomar, Rafael acompanhou-me ate uma varanda onde tinha a vista mais linda de toda a cidade. Inicialmente era muito o deslumbre que os meus olhos viam e a minha pessoa sentia. Tudo isto estava acontecer-me e eu não conseguia acreditar, tendo sempre na cabeça a velha teoria do sonho, ocorrido na hora do voo.
- Isto é, Meia Noite em Paris! - falou ele ao fazer um brinde com os copos e tomar-mos deste belo e melhor champanhe do mundo. - E sem duvida o lugar mais romântico de todo o universo.
Abri a boca num sorriso lindo e quando menos esperava ao som da musica ele beijou meus lábios, e o que esta eterna sonhadora de príncipes fez? Foi retribuir e calar o sonho de que os príncipes também podem ser reais, bastando assim, nós queremos.
Quando soltei-me de seus lábios, varias coisas podia fazer, mas só me ocorria em esta linda cabeça ficar com ele por mais horas, mesmo que Bianca já tivesse um pouco preocupada com a minha demora. E como tal hoje tinha de aproveitar o que a vida tinha preparada para mim, pois os sonhos reais, eram raros de acontecer, e uma vez a vista, tínhamos de aproveitar e ser feliz.
(Atenção a personagem Rafael é uma criação que pertence as meninas do Mereço um Castelo |http://merecoumcastelo.blogspot.pt/| , ao qual agradeço muito a inspiração)

Owwwn que fofo.
ResponderEliminarConfesso que tive que ler picada, porque não deu para ler no serviço inteira... Era meio que brincar com o perigo, sabe? ehehhe
Alice estava na cidade a trabalho, mas não é que mesmo fora do país de origem ela tem uma amiga perdida, não? Bianca pareceu uma boa pessoa.
Achei estranho a menina não se oferecer de fato a acompanhá-la mesmo, do tipo, eu ínsito, ehehhe. Mas eu sabia que haviam planos por trás disso, aliás, planos da autora, né? :D
Alice estava tão encantada que não sabia nem se a torr era real, mas foi bem em terra que ela descobriu um anjo, ooowwwnnn!
Rafael é um menino lindo, não? Poderia esbarrar em mim em qualquer lugar,viu? Não precisava nem ser aos pés de um marco histórico, pode ser na saída do escritório mesmo, eu não ligo! Não sou assim tão exigente, vai, ehehehhe.
Foi fofo ele tentar ajudá-la no elevador, a maioria acharia que ela era maluca, mas ele não :D
Achei que era o fim com o táxi, mas ficou tão mais fofo ainda ter mais, owwwn.
Aliás, como os dois moram no mesmo país (mesmo que um pouco distantes) acho que ainda existe a possibilidade de voltarem no mesmo voo e se verem mais, né?
Achei muito fofo Paula! Só faltou o link do blog, né? ahauhaua desculpe, sou chata! Mas ameeeei e não via a hora de poder comentar :D
Olhem que quando li esse comentário feiquei com a lágrima ao canto do olho, puxa nunca pensei que a coisa ficasse tao diva, ne? Apesar de ter feito de tudo para que a história ficasse ao mais jeito perfeito possível..
EliminarBianca é boa pessoa, mas a ideia é mesmo que Alice tinha de ter uma surpresa e, esta bem eu criei todo o circo que vejam so foi so fogo de artificio, nao? eheheh
Lindo e maravilhoso... claro voce tudo é mais igual a si, ne? eheh
Claro essa é a diferença de um gala de um qualquer outro homem sem graça.. eheheh Rafael mostrou ser um gentil... claro que Alice tinha de ficar mega encantada...
Sabe que ao inicio a história estava mesmo para terminar assim? Mas depois fiquei pensando comigo mesma que " nao esses dois nao podem ficar assim, eles merecem algo mais.." e pronto o nosso amigo, levou a nossa Alicita ate a um sitio que ate eu cá ia e nao perderia chance.. eheh
Quanto ao Link ja esta ai disponivel, sabe foi uma gafe minha ter esquecido, sabe que eu ate lembrei na hora de postar, mas depois me passou, é o trabalho..
Ai mil obrigados Alice <33333 Estou maravilhada...
Beijinhos
Eu estava quase no final do comentário e deu uma queda de energia! Perdi tudo que eu tinha escrito, que trollagem! :( Mas vamos lá, tentarei reescrever...
ResponderEliminarOwnnn... essa one ficou muito fofinha!
Alice indo viajar a trabalho para Paris é muito top, né? Afinal, ela deve ser uma ótima profissional para receber uma oportunidade incrível como essa.
E o sonho com o moço bonitão? Ai, ai... Eu teria acordado sobressaltada se ele apenas tivesse sorrido pra mim! rsrsrsrs
Sabe, adorei a Bianca! Ela parece aquele tipo de amiga que, mesmo não estando nos seus melhores dias, faz tudo o possível para melhorar os ânimos daqueles que estão ao seu redor. Alice é muito sortuda em poder contar com essa moça! :)
Ah, a Torre Eiffel... Deve ser mesmo incrível vista de perto, né? O máximo que pude ver foi pela TV e fotos mesmo. É o que acontece quando se mora em outro continente, sabe? rsrsrsrs
Alice ali toda deslumbrada, indecisa entre visitar os não as instalações que haviam na torre, e eis que acaba esbarrando num rapaz de sonho, literalmente! O.O
E Rafael foi tão fofinho com ela, convidando pra jantar, ajudando no momento em que ela não estava se sentindo bem dentro do elevador... e depois no passeio!
Eles beberam champanhe enquanto apreciavam a vista linda! São muito divos, hein? hehehe E owwnnnn.... ele beijou a Alice! Que lindinho! <3 Mas tudo com muito respeito, claro. E bem, tomara que eles possam passar mais tempo juntos, né?
xoxo
Sabe que as vezes acontece a mesma coisa comigo? Garr fico pior que barata...
EliminarAlice é muito boa menina, e claro que profissional como é so merecia um presente assim, nao? É claro que por de tras de um trabalho, sempre tem algo mais que ate alegra aqui a pessoinha.
A Bianca é um amor de menina mesmo, Alice tem muita sorte com as amizades que tem feito, pelo menos as ultimas, nao?
Eu estou mesmo a espera de um dia poder sentir aquilo que a Alice sentiu lá pertinho da torre. Por enquanto estou como voce, apenas vendo foto, ou na tv... Eu moro pertinho como se fala, ne? dentro da Europa, mas nunca lá fui mesmo.
Verdade acho que se algum dia o meu sonho se torna-se realidade, acho que nao queria nunca mesmo acordar, vai que tudo nao passa de imaginação, ne? Mas isso é bem real e que simpático ele foi com ela..
Rafael é como um principe e Alice a sua princesa... eheh sou muito sonhadora... efeito Aliciante... eheh Um fofo ele, nao?
Verdade muito divos, acho isso tao romântico, que nao resisiti em descrever um cenário assim. O beijo tinha de acontecer num momento mais que perfeito, nao acha? E depois dessa, acho que uma bela história pode começar..
Beijinhos