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Coração de Robot - Capitulo 46 - A Verdade sobre aquela Noite,

Capitulo 46 - A Verdade sobre aquela Noite

Uma vez mais no exterior ia continuar a colocar o meu plano em marcha, não ia desistir de garantir a sobrevivência da minha robot, ela era tudo para mim, mesmo depois de sofrer ao descobrir os horrores que talvez pensando bem não eram assim tão maus, e depois o que podia fazer eu se estava apaixonado?

Voltei a entrar pela cozinha, queria mesmo apanhar a cobra com a boca na botija, afinal ela estava a prejudicar uma acção minha que no fim contas, não sabia para que beneficio queria ela a robot desligada, a menos que, em si prejudicasse alguém, embora eu não sabendo quem, mas ia descobrir.

Olhei para a sala e lá estava ela, de revista na mão e aquele olhar de cobra que era penoso só de ver. A minha vontade era de chegar ope de si e exigir o coração da robot, ela jamais iria entrega-lo para mim, fosse a que preço fosse.

Então voltei para dentro aguardando o melhor minuto para voltar a olhar e conseguir encontrar uma brecha fácil de entrar, e procurar por um ponto de fuga, onde podia bem encontrar o objecto que precisava para manter a minha amada ligada.

Finalmente depois de algum tempo a espera, ela saiu da bem dita sala, indo para o jardim pela varanda, mas não sozinha, consigo levava uma criança, presumivelmente o filho dos donos da casa, ou seu filho, cujo não era algo da minha conta.

Então, apanhando Luisy destraida entrei, sem que ninguém desse conta, subindo as escadas e entrando num extenso corredor que no fim contas não seria um alvo fácil de encontrar um objecto.

Mas não ia desistir, já estava aqui, havia conseguido em outro momento entrar num sitio cujo nunca havia imaginado conseguir, ou sequer saber que existia, então desta mesma forma não ia perder a coragem, por algo que era de alguém cujo outra pessoa mantinha essa oportunidade negada.

Abri portas, todas elas quartos, mas encontrei um em particular que percebi que era seu, então entrei, fechando a porta atrás de mim, pensando muitas coisas ao mesmo tempo, como o facto de ser apanhado, mas eu precisava de ser positivo e ter na ideia de não levava nada que não era meu.

Abri gavetas, roupeiros e caixas todas elas dentro de outras, ate que percebi que o que procurava podia estar em um sitio bem mais que discreto e por outro lado tão pouco provável de eu dar conta a primeira vista.
Sentei na barra da cama e comecei a pensar comigo mesmo, observando cada canto do quarto e tendo uma imediata ideia de que talvez o que procurava podia estar bem mais perto de mim do que imaginava, isso mesmo. Nessa ideia fixa na minha cabeça, corri rumo ao banheiro, procurando nas gavetas e no armário ate que finalmente achei o bem dito coração, e sorri vitorioso.

Feliz e contente com o a minha vitória, tratei de sair de imediato das mediações da casa, correndo de imediato indo directo ate ao esconderijo e correr nessa expectativa ate a robot. Só que durante essa corrida uma ideia veio ate a cabeça que o fez pensar que talvez tudo não fosse tão simples quanto ele imaginava de chegar e ter a sua robot ligada.

Ele precisava de colocar o coração dentro dela, mas não sabia como fazê-lo, e para isso precisava de ajuda. Mas pensando comigo mesmo que enquanto entrava dentro do laboratório, não conhecia ninguém, tirando Jasper que era o maior impulsionado das maquinas.

Contudo ao debruçar-me sobre a banca e pousar o coração da robot, liguei outro cujo estava desligado ao lado, e assustei-me óbvio.

- Zaza encontra-se ao serviço! - levantavas as maozinhas metálicas e acendiam-se muitos feixes de luzes.

- Olá amiguinho, não sei como, mas acho que podes ajudar-me! - falei para ele com um certo cuidado.


Alice Original

Estava aborrecida, havia tido uma grande falha na minha oportunidade de garantir a minha suposta liberdade falando de um possível e tremendo problema, cujo não tinha, mas que segundo médicos pensavam eu sofria.
Ao entrar na maldita sala que ia ser meu tecto por alguns tempos indeterminados, senti um arrepio de medo, ao olhar essas paredes frias, e todas elas cheias escrituras estranhas, talvez códigos, deixados por esses antigos reclusos. Mas ainda assim isso nem era o pior de tudo, é que faltava muito pouco para o meu fim, sim porque vinha ao meu encontro, e eu é que não estava simplesmente preparada para o receber.


David

Depois de que o pequeno robot com muita criatividade conseguiu colocar o coração dentro da sua cavidade e ligou a robot, eu confesso que me sentia nervoso e ao mesmo tempo ansioso por reencontra-la e falar para si que agora tudo seria diferente, contudo ao ver que abria os olhos, não vi aquele doce olhar, mas uma espécie de remorso, ou ate medo de minha presença, ao qual tentei tranquilizar.

- Alice, sou eu! - pousei a mão em sua bochecha do rosto, ela olhava para mim como se nada tivesse mudado, mas o seu olhar sim, ele estava a mudar gradualmente, mas uma mudança boa.

- David! - ela sussurrou meu nome, eu me alegrei ao ouvir sua voz novamente depois de tanto tempo. - É tão bom voltar a ver-te, mesmo que depois tudo o que aconteceu, mas eu preciso mesmo de contar-te tudo. - ela apressou-se toda ao levantar da placa de luz.

- Não, quer dizer é claro que temos muita coisa para falar, mas teremos tempo, não é? - sorri para ela, que logo abraçou-me com ternura.

Estava disposto a tira-la do laboratório, de leva-la para a minha casa e poder cuidar de si com todo o cuidado e amor que merecia e depois, eu havia errado muito e era tempo de concertar esse erro péssimo da minha parte.

Pelo caminho que trilhava com ela, Alice continuava estranha, o silencio era o mesmo, mas por outro lado o seu rosto pesava na preocupação, é óbvio que isso deixava-me intrigado e com vontade de perguntar o que se passava, no entanto quando preparava-me para fazê-lo, sentia que algo em mim trava, essa acção, como se eu estivesse a pisar um risco que não era da minha conta, porem a fim de algum tempo de pensamentos, chegamos em casa.

Eu sorri por estar a ter o privilégio de dar a conhecer o meu cantinho, apesar de em nada ser igual a mansão, do qual ela estava habituada a viver, mas tudo era uma questão de classe social. Eu havia nascido pobre e assim continuaria, agora os ricos, iam sempre mais ricos do que já estavam.

Abri a porta, permiti que ela entrasse em primeiro lugar como um verdadeiro cavalheiro que sentia que era. Então deixando ela a vontade, Alice falou.

- David, eu preciso de perguntar uma coisa. - sentei ao seu lado na cadeira, e vi medo em seus olhos, aquele medo de quem esperada de alguém quando a reacção é tudo menos simpática.

- Podes perguntar o que quiseres! - peguei as suas mãos dando beijos nelas. - Eu vou ouvir com tamanha delicadeza, acho que nada mais posso fazer depois de tudo. - ela olhava em meus olhos.

- Tu ainda gostas de mim, mesmo sabendo que não sou igual a ti?

A sua pergunta era fácil de entender, e não a julgava pelo medo, como era óbvio, pois eu havia sido bem indelicado inicialmente, quando descobri a verdade, porem aquele momento era o choque a falar, mas agora era a razão, eu que estava presente a ouvir.

- Claro que sim, e não tem nada que possa ter mudado em todos os dias da minha vida, confesso sim que senti mal inicialmente, mas já passou, pois descobri que aquilo que sentia por ti, valia mais que tudo. - ela sorriu. - Eu amo-te Alice, sendo tu da formas que és, isso não muda nada para mim. - abracei-a com ternura, afagando seus cabelos.

- Eu amo-te tanto David!

No entanto ao fim de alguns tempos de conversa, de troca de impressões, houve algo que mexeu de certo modo comigo, pois a pergunta de Alice em relação a verdadeira que no fim de contas pelo sabia das noticias da casa, que havia sido presa, eu não entendia o porque da sua preocupação, sendo que ambas nunca haviam tido uma relação boa, não?

Mas ao tomar conhecimento de algumas coisas, comecei achar que talvez fosse bom ouvir o que Alice tinha para contar, que deixava seu olhar frio a cada novo momento.

- Alice existe algo que queiras contar para mim? - perguntei, mas ela baixou o olhar.

- Disses-te que a Alice foi presa por conta de um crime... - ela repetiu minhas palavras de momento anterior, e balancei concordando. - E que essa pessoa foi brutalmente assassinada a noite e que nunca foram encontrados outros indícios que não fosse ela. - voltei a concordar começando a ficar preocupado.

- O que se passa? Achas que não foi ela? - questionei puxando com delicadeza o seu rosto para olhar seus olhos.

- Não! - inrrigeci. - Fui eu que matei aquele homem, David! - o meu coração ao saber aquele mal todo caiu ao chão sem permissão. - Eu sei que pode parecer uma loucura muito grande, mas eu estava lá naquela noite, porque havia percebido que a outra tinha saído de casa quando toda a gente dormia, e claro que ao perceber da gravidade da situação, eu tentei intervir, e perceber o que se estava a passar. - estava incrédulo com o seu relato. - Quando entrei dentro da casa abandonada, o homem estava caído no chão, ela havia fugido quando cheguei, porque não haviam indícios de sua presença mais.

- Mas e depois? Se o homem estava caído no chão é porque estava morto, então foi ela quem o matou!

- Não, David! - voltou a repetir. - Homem estava desmaiado, nesse momento, segundo minhas memórias tentei verificar os seus sinais vitais, aparentemente ele respirava, embora estivesse muito fraco. - suspirou. - Mas lado do corpo estava um pedra, talvez o objecto pelo qual a outra havia usado para o ataque e depois ficar em fuga. - esfreguei os cabelos mesmo muito confuso. - Contudo ao fim de alguns minutos, ele acordou, e parecia fora de si, falando coisas que eu desconhecia, e logo deduzi em poucos e miúdos que tudo estava ligado a um assunto pendente, ao qual nunca soube.

- Ele tentou arragar-te?

- Tentou, mas eu consegui fugir dele, no entanto já na parte exterior, eu perdi a cabeça pegando já não sei de onde uma navalha e o matar. - arregalei bem os olhos. - Eu sei que é macabro o que conto, mas foi a única maneira de ele não voltar abordar-me de forma errada. - balancei a cabeça bem confuso com tudo. - Agora percebes que a outra esta a ponto de pagar por um erro meu?

- Mesmo assim como vais chegar ate a policia e dizer, "Fui eu que matei o homem, não ela"?

- Da mesma forma que contei para ti, mas diferente dela eu não vou ficar presa, porque a justiça de vocês homens, não se codifica a justiça das máquinas.

- Tens a certeza disso?

- Claro que sim! - então abracei ela.


Jasper

Voltei ate casa para fazer uma troca de roupa rápida e tomar um bom pequeno almoço para ver se conseguia bem acordado, no entanto os meus pensamentos de volta e meia, caiam todos em Alice, e na suposta vida que ela podia simplesmente ter atrás das grades.

Eu não havia sonhado nada assim para nosso futuro, nem mesmo estando separados fisicamente, porque no papel ainda éramos marido e mulher. Contudo, nem mesmo depois de todos os seus erros, de todos os absurdos e mentirosos segredos, eu conseguia deixar de gostar dela.

Alice era a mulher da minha vida, a mesma mulher que eu havia encontrado naquele corredor da faculdade, e que numa simples troca de olhares eu havia percebido que era amor a primeira vista. Ou quando simplesmente pedi a ela em casamento no nosso lago dos patos. Ou quando por outra ventura eu senti que a havia perdido para todo o sempre ela.

É claro que tudo isso me deixava muito triste, e tenta-se eu dizer que não sentia nada, era estar a mentir, tenta-se dizer que o que passava era merecido, estaria mentindo uma outra vez.

- Jasper! - alguém chamava por mim, mas eu não queria sair dos meus pensamentos, a nostalgia cobria-me da forma que eu precisava. - Jasper, esta tudo bem? - perguntou Kim, que parecia insistente.

- Estou bem sim, apenas quero ficar sozinho, e já não tenho muito tempo! - acabei mesmo por falar de uma forma que não queria, contudo estava sem paciência.

- Desculpa, mas eu não queria atrapalhar, na verdade vinha só falar que vou com o Simão ao médico! - falou ela que logo fez-me olha-la em seguida preocupado.

- Mas esta tudo bem com ele? - questionou sem excitação.

- Esta, apenas anda naquelas consultas de rotina, que tu sabes! - acenei percebendo. - Bom não quero roubar mais o teu tempo. - saiu.

Novamente mergulhado no silencio do seu quarto, ele deixou-se levar pelos pensamentos indo directo ao closet e trocar-se.


Alice Robot

Voltar a ficar ligada era uma sensação estranha, era algo pelo qual não imaginava possível conseguir ter. Primeiro porque David havia falado coisas tão horríveis, e agora falava de tanto amor, que sentia que esta minha ligação, era para valer.

Estava feliz é certo, mas triste também, porque de uma certa forma estava longe da realidade de meus dias, do Zaza, das rosas, do piano, do pequeno Simão, que havia ficado tão encantada ao vê-lo, do Jasper, ou ate mesmo das modestas confusões de Luisy.

No entanto, estando com David agora, eu precisava de aprender a viver a vida de um modo diferente, mas primeiro, para conseguir ter a tranquilidade que precisava, eu teria mesmo de confessar o meu crime. Pois, não era justa alguém pagar por um erro que não era seu, eu própria não gostava de pagar por um erro de ninguém. E por mais ódios, e desavenças que eu e ela tivemos, não lhe desejava mal algum.

Então estando sentada na barra da cama de David, tomei uma decisão, ao qual iria informa-lo com o todo o respeito que lhe tinha, mas ia soltar aquilo que a muito guardava dentro de mim. Nesse sentido procurei por ele na casa, e o vi na cozinha preparando algo para si. Puxei uma cadeira e sentei, observando ele que logo deu conta de que eu tinha algo para falar.

- Não precisas de falar nada, porque penso já saber o que queres! - argumentou ele. - E se achas mesmo que é correcto isso, então, eu vou contigo! - ofereceu-se, logo sorri.

- Obrigada por seres compreensível! - agradeci, levantando para o abraçar. - É por isso que eu gosto muito de ti, és um amor, não tens remorsos. - falei entre o abraço.

Pensado e falado, estava o plano de confissão traçado e pronto a ser entregue nas autoridades, para que nesse sentido soltassem ela.

David que havia parado o que fazia, acompanhou Alice em seu carro antigo que tinha na garagem, mas que raramente usava, por não encontrar necessidade para esse efeito, tratou de o tirar e levar-me ate ao departamento de policia local da cidade.

Não demoramos muito para chegar onde esperava, e para ser franca, estava completamente estupefacta com a graciosidade que o edifício tinha, e depois ele era intensamente alto, tão mais alto que as memórias lhe permitiam lembrar.

Então sem mais perdas de tempo, entraram. David seguia comigo de braço dado a observar todas as pessoas que passavam por nós com olhos quase em bico, como se estivessem a ver alguém que era algum tipo de assombração.

Não dei grande importância a esses olhares indelicado, e então ele parou a nossa caminhada, digerindo-se a uma moça bonita e que tinha na sua plaqueta o nome, ao qual não sabia nem como ler. Essa mesma moça, foi gentil em fazer-nos acompanhar ate uma sala, ao qual entrei e fiquei super assustada.

Tudo em volta dessa divisão era estranho, autentico de crime. Seria desse modo que os criminosos agiam? Eu seria uma criminosa? Estava a começar a ficar confusa, e quase a ponderar sair porta fora.

- Isto é alguma brincadeira de mau gosto? - perguntou a mulher loira a nossa frente que se levantava naquele instante ao olhar para mim.

- Não doutora! Eu garanto que escutar o que Alice tem para contar, não vai arrepender! - a mulher voltou a sentar na cadeira, acenando para que sentássemos também.  - Obrigada! - ele olhou para mim, que logo olhei em seguida para a essa loira.

- Meu nome é Alice e sou uma cópia de Alice Brandon! - ela ergueu a sobrancelha. - O Jasper, marido dela, criou-me quando achou que a sua esposa havia falecido naquele acidente de barco. - cortou.

- Você esta a querer dizer que é uma máquina? - a loira não estava acreditar.

- Por favor, se me deixar explicar, eu juro que esclareço tudo. - ela assentiu. - Quando ela voltou muitas coisas mudaram, eu própria acabei por mudar, mas houve sempre algo que nunca consegui engolir, e foi nesse propósito que naquela noite eu segui ela ate a uma casa abandonada. - a investigadora anotava no bloco. - Quando entrei para ver o que ela tanto fazia lá, ela já havia saído simplesmente, e foi nesse exacto momento que vi um homem no chão.

- Morto suponho! - especulo ela.

- Não, ele estava vivo, ela não o havia morto, porque tempo depois de ele voltar acordar, ele começou com uma conversa muito estranha para mim, tanto que tentou-me agarrar, e eu soltar nesse momento, no entanto, ao voltar para o jardim, encontrei um objecto cortante, e sem dó e piedade, o ataquei.

- A senhora tem noção do que acaba de fazer? Sabe que um confissão de crime não alivia a sua pena. - confessou ela. - Alem disso como posso provar que você simplesmente não esta a tentar acobertar a outra?

- Não estou acobertar ninguém, eu matei, tenho de ser eu a punida, mas não vou porque uma máquina não cor responde aos mandamentos dos homens. - respondi. - Por isso peço que solte essa mulher que é inocente, e que por mais erros que tenha cometido no passado, matar ela nunca o fez.


Jasper

A preparar para sair com o carro da garagem o seu telemóvel começou a tocar estridente, ele não queria atender, contudo, mordido pela duvida acabou cedendo, colocando o aparelho em alta voz.

- Jasper, tenho novidades boas! - falava Edward do outro lado da linha, enquanto eu manobrava para sair. - A Alice foi solta!

- O que? - parei de repente o carro, não acreditando. - Como?

- Apareceu uma mulher a dizer que se chamava Alice e que havia sido ela a matar o investigador Félix. - não estava acreditar ainda assim. - E ainda por cima falou que era uma máquina... - cocei a nuca pensativo, percebendo que era apenas Alice e não outra pessoa.

- A sério? - tentei parecer surpreso. - Eu vou já para ai! - desliguei a ligação.

Então Alice estava ligada e eu não sabia? Como isso havia acontecido, se eu já não ia ao laboratório a tanto tempo? Séria que Melina havia feito isso sem minha consulta? Não ela não seria capaz de uma coisa dessas. E o Jardineiro? Não, quer dizer não sei. Questionei-me todo mentalmente, seguindo caminho, que só depois teria respostas, mas o importante é que Alice não era culpada.


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